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Gasolina e etanol encerram 2025 com leve alta nos postos, aponta Edenred Ticket Log

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O preço médio da gasolina no Brasil apresentou uma leve alta de 0,16% em dezembro, alcançando R$ 6,34 por litro, segundo o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL). O etanol também registrou avanço no período, com aumento de 2,25%, sendo comercializado, em média, a R$ 4,54.

O levantamento do IPTL reflete o comportamento dos preços com base em transações reais realizadas em postos de combustíveis de todo o País, garantindo uma visão precisa sobre as variações do mercado.

Mercado impulsionado por fatores regionais e de consumo

De acordo com Renato Mascarenhas, diretor de Rede de Abastecimento da Edenred Mobilidade, o movimento de alta está ligado a fatores específicos de oferta, demanda e sazonalidade.

“O aumento observado nos preços da gasolina e do etanol em dezembro reflete uma combinação de fatores regionais e de mercado. No caso da gasolina, a alta foi pontual e moderada, enquanto o etanol sofreu maior pressão devido à competitividade e ao maior consumo no fim do ano”, explicou o executivo.

Sudeste lidera alta da gasolina, mas mantém menor preço médio

Entre as regiões, o Sudeste registrou a maior alta da gasolina (0,65%), com preço médio de R$ 6,23, mantendo-se como a região com o combustível mais barato do País.

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No Norte, o litro da gasolina ficou em R$ 6,79, mesmo com leve queda de 0,29%, permanecendo como a região mais cara. Já o Nordeste apresentou redução de 0,31%, com média de R$ 6,38.

Etanol tem maior aumento no Sudeste e segue competitivo

No caso do etanol, a maioria das regiões registrou elevação nos preços. O Sudeste novamente liderou as altas, com 2,53%, e manteve o menor preço médio do País: R$ 4,45 por litro.

O Sul também teve aumento de 1,75%, chegando a R$ 4,66. No Nordeste, o biocombustível apresentou a única queda regional (-0,21%), com média de R$ 4,78.

O Norte manteve o etanol mais caro do Brasil, com R$ 5,21 por litro, alta de 0,19%.

Destaques por estado: Distrito Federal e Minas Gerais lideram altas

Entre os estados, o Distrito Federal registrou a maior alta do etanol (3,77%), com o litro passando a custar R$ 4,95. O Amazonas manteve o preço mais elevado, com R$ 5,47, enquanto o Rio Grande do Norte apresentou a maior queda (-3,35%), chegando a R$ 4,61.

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Para a gasolina, o maior aumento foi observado em Minas Gerais (0,80%), com o preço médio de R$ 6,28. Já a maior redução ocorreu novamente no Rio Grande do Norte (-2,25%), onde o litro caiu para R$ 6,09.

A Paraíba apresentou o menor preço do País, com média de R$ 6,09, enquanto Roraima registrou o valor mais alto, R$ 7,41, sem variação no período.

Sustentabilidade mantém o etanol como alternativa viável

Mesmo com as oscilações mensais, a Edenred reforça que a escolha do combustível ideal depende do perfil do veículo e dos preços regionais.

“O etanol continua sendo uma alternativa mais sustentável, por emitir menos poluentes e contribuir para uma mobilidade de baixo carbono”, destacou Mascarenhas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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