Agronegócio

Governo estuda reformulação no modelo de seguro rural

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) está empenhado em debater uma reestruturação do programa de subvenção ao seguro rural adotado no Brasil. O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, destacou a necessidade de modernizar o sistema, citando a disponibilidade de ferramentas avançadas no mercado e a evidência das mudanças climáticas no campo.

Após uma reunião técnica com o ex-ministro Roberto Rodrigues, um dos responsáveis pela criação do Programa de Subvenção ao Seguro Rural (PSR), o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, destacou a necessidade de atualizar o programa.

“Precisamos modernizar o seguro rural no Brasil. Temos ferramentas muito modernas disponíveis no mercado e culmina também com a comprovação de que as mudanças climáticas chegaram de fato ao campo”, disse Fávaro.

A reformulação do seguro rural ganhou força após o aumento de sinistros e de indenizações nas últimas safras, em decorrência das intempéries mais frequentes, o que levou algumas seguradoras a deixarem de atuar no segmento rural.

O objetivo é garantir mais segurança aos produtores e oferecer custos acessíveis, possibilitando que o governo forneça subvenções dentro de suas limitações orçamentárias.

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A necessidade de reformulação do seguro rural foi impulsionada pelo aumento de sinistros e indenizações nas últimas safras, devido às intempéries mais frequentes, levando algumas seguradoras a abandonarem o segmento rural.

  • Ampliação da cobertura do seguro para novas culturas e regiões
  • Simplificação dos processos de contratação e indenização
  • Investimento em pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias
  • Promoção de ações de educação e conscientização sobre o seguro rural

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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