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Ibovespa Ultrapassa 168 Mil Pontos pela Primeira Vez com Apoio do Investidor Estrangeiro

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Ibovespa Bate Recorde Histórico no Início de 2026

O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira (B3), superou pela primeira vez a marca dos 168 mil pontos nesta quarta-feira (21), impulsionado pela forte entrada de investidores estrangeiros e pela perspectiva de continuidade desse fluxo nos próximos meses.

Às 10h13, o índice registrava alta de 1,39%, atingindo 168.593,62 pontos, renovando a máxima histórica intradia e consolidando o bom momento da renda variável brasileira no início de 2026.

Investidores Estrangeiros Impulsionam Mercado Brasileiro

O desempenho positivo reflete um movimento global de rotação de ativos, no qual investidores buscam diversificação geográfica em meio às tensões geopolíticas internacionais e à incerteza sobre a política comercial dos Estados Unidos.

Nesse contexto, o mercado brasileiro tem se destacado como destino atrativo para capital internacional, combinando juros em queda, valorização cambial e expectativas positivas para a economia doméstica.

Cenário Político Contribui para o Otimismo

Além dos fatores externos, o cenário político interno também influencia o otimismo dos investidores. A nova pesquisa Atlas mostrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém larga vantagem em todos os cenários de primeiro turno para a eleição presidencial de outubro e lidera as simulações de segundo turno.

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A estabilidade política reforça a percepção de previsibilidade no ambiente econômico, fator valorizado por agentes do mercado.

Perspectivas para o Mercado

Analistas apontam que, caso o fluxo estrangeiro se mantenha forte, o Ibovespa poderá seguir em trajetória de alta, com potencial para testar novas resistências acima dos 170 mil pontos.

A continuidade do ajuste fiscal, o avanço das reformas estruturais e o controle da inflação seguem como elementos essenciais para sustentar o otimismo e consolidar o Brasil como destino de investimento global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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