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Inflação inicia 2026 com alta de 0,33% em janeiro; gasolina pressiona índice e energia elétrica alivia contas

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Inflação mantém ritmo de dezembro e supera expectativa do mercado

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 0,33% em janeiro de 2026, repetindo o resultado observado em dezembro de 2025. O resultado ficou levemente acima das projeções do mercado, que estimavam um avanço de 0,32% no mês. No acumulado de 12 meses, a inflação chegou a 4,44%, ante uma expectativa de 4,43%. Em janeiro de 2025, o índice havia sido de 0,16%.

Transportes lideram alta com gasolina em destaque

Entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados, o setor de Transportes apresentou a maior variação, com alta de 0,60% e impacto de 0,12 ponto percentual (p.p.) no resultado geral. O destaque ficou por conta dos combustíveis, que subiram 2,14% no mês.

A gasolina, com elevação de 2,06%, foi o item de maior influência individual sobre o IPCA, respondendo por 0,10 p.p. do índice. Também registraram aumentos o etanol (3,44%), o óleo diesel (0,52%) e o gás veicular (0,20%).

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Energia elétrica reduz impacto e puxa Habitação para baixo

Em sentido contrário, o grupo Habitação apresentou queda de 0,11%, influenciado pela redução de 2,73% nos preços da energia elétrica residencial — o principal impacto negativo do mês (-0,11 p.p.).

A diminuição foi resultado da mudança da bandeira tarifária, que passou de amarela, em dezembro (com cobrança extra de R$ 1,885 a cada 100 kWh), para verde em janeiro, sem custo adicional para os consumidores. Além disso, o grupo Vestuário também registrou queda de 0,25%.

Gasolina e energia: os pesos mais fortes no orçamento das famílias

De acordo com Fernando Gonçalves, gerente do IPCA, a influência desses dois itens é significativa na composição da inflação:

“Na estrutura do IPCA, a gasolina tem peso de 5,07% e a energia elétrica residencial, de 4,16%. Por serem itens essenciais, qualquer variação nesses preços impacta diretamente o resultado final do índice”, explicou.

O aumento da gasolina em janeiro foi atribuído, principalmente, ao reajuste do ICMS a partir do início do ano, que elevou o preço final ao consumidor.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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