Agronegócio

Investimento em tecnologia aumenta eficiência e competitividade da cafeicultura brasileira

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A cafeicultura brasileira atravessa um momento em que eficiência operacional e controle de custos são determinantes para a competitividade. Como maior produtor mundial de café, o Brasil enfrenta desafios relacionados ao clima, à oscilação no fornecimento de energia e à pressão por produtividade, especialmente durante a colheita. Nesse cenário, o investimento em tecnologia se destaca como diferencial estratégico, com destaque para os motores elétricos, que garantem o funcionamento contínuo da cadeia produtiva.

Safra 2026 e modernização das lavouras

Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), as estimativas para a safra brasileira de café em 2026 indicam ajustes na produção, refletindo os impactos climáticos dos ciclos anteriores e a bienalidade da cultura. Apesar dos desafios, o setor mantém foco no aumento do valor agregado, apoiado pela modernização das lavouras, mecanização e adoção de equipamentos mais eficientes ao longo de toda a cadeia produtiva.

Motores elétricos aceleram o ritmo da colheita

Durante a colheita, quando cada dia conta, a confiabilidade dos equipamentos é essencial. Os motores elétricos são utilizados em etapas como transporte, secagem, descascamento e beneficiamento do café, exigindo desempenho contínuo e compatibilidade com as condições de cada propriedade.

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Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, explica:

“Na colheita, não há espaço para falhas. Um motor inadequado pode comprometer toda a operação e gerar perdas significativas. A escolha correta impacta diretamente a produtividade, o consumo de energia e a qualidade do processo.”

Eficiência energética e controle de custos

Com o custo da energia elétrica elevado em diversas regiões, a eficiência energética tornou-se prioridade. Motores modernos permitem melhor aproveitamento da energia, reduzem paradas para manutenção e aumentam a previsibilidade dos custos operacionais.

Em 2025, o faturamento da indústria de café torrado no Brasil atingiu R$ 46,24 bilhões, alta de 25,6% em relação a 2024, impulsionada pelo aumento dos preços ao consumidor, apesar da leve queda no consumo interno. Esse desempenho está ligado à profissionalização da cadeia produtiva e ao uso de tecnologias que aumentam a eficiência do campo à indústria.

Menezes reforça:

“O produtor busca soluções que entreguem alto desempenho com menor consumo energético, especialmente em regiões com variações no fornecimento de energia.”

Robustez e confiabilidade como diferencial

Além da eficiência, a robustez dos equipamentos é essencial durante a colheita. Motores mais leves e resistentes permitem intervenções rápidas e reduzem o tempo de máquina parada, fator crítico em períodos de alta demanda.

“Trabalhamos com motores em alumínio injetado, que facilitam o manuseio e aumentam a durabilidade. Oferecemos ainda três anos de garantia, atendendo às exigências de um setor cada vez mais técnico e competitivo”, destaca Menezes.

Modernização garante competitividade global

O avanço tecnológico na colheita reflete uma transformação maior do agronegócio brasileiro, que busca produzir mais com controle de processos e custos menores. Nesse contexto, os motores elétricos se tornam estratégicos, garantindo qualidade, redução de perdas e manutenção da competitividade do café brasileiro no mercado global.

“Investir em tecnologia é investir na produtividade e na sustentabilidade da cafeicultura brasileira”, conclui Menezes.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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