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Manga Palmer reage no início de abril com oferta restrita, mas mercado ainda é incerto

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Após um período prolongado de retração, o mercado da manga Palmer apresentou sinais de recuperação no início de abril. A valorização, registrada na última semana, reflete mudanças pontuais na oferta e na demanda, mas ainda ocorre em um cenário de incertezas quanto à continuidade do movimento de alta.

Preço da manga Palmer volta a subir após dois meses

Pela primeira vez em cerca de dois meses, os preços da manga Palmer registraram leve reação em todo o território nacional. O movimento marca uma mudança no comportamento do mercado, que vinha pressionado por um cenário de maior disponibilidade da fruta.

Oferta restrita e maior demanda impulsionam cotações

De acordo com levantamentos do Hortifrúti/Cepea, a recente valorização foi sustentada principalmente pela redução na oferta e pelo aumento da procura pela fruta. Esse ajuste entre disponibilidade e consumo contribuiu para a elevação dos preços no curto prazo.

Continuidade da alta ainda é incerta

Apesar da reação positiva, pesquisadores do Cepea indicam cautela quanto à manutenção da tendência de valorização nas próximas semanas. A expectativa é de retomada do ritmo normal de colheita, o que pode ampliar a oferta interna e pressionar novamente os preços.

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Exportações e concorrência externa seguem no radar

Outro fator que limita perspectivas mais firmes de alta é o cenário do mercado internacional. Ainda há incertezas quanto à melhora no escoamento da produção brasileira para o exterior, especialmente diante do início das exportações de países africanos, que aumentam a concorrência global.

Mercado segue atento aos próximos movimentos

Diante desse contexto, o mercado da manga Palmer inicia abril com recuperação pontual, mas ainda sem uma tendência consolidada. O comportamento dos preços deve continuar atrelado ao equilíbrio entre oferta e demanda, além das condições de exportação nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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