Agronegócio

Mercado de arroz registra baixa liquidez com retração de vendedores no RS

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Retração vendedora reduz ritmo de negociações

O mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul apresentou negociações limitadas nos últimos dias, refletindo a retração por parte dos produtores. Fatores pontuais, como o feriado de Sexta-Feira Santa e a expectativa de leilões oficiais, também contribuíram para o baixo volume de negócios.

Preços ainda não remuneram custos de produção

Mesmo com recentes valorizações, produtores consultados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) avaliam que os preços praticados ainda não são suficientes para cobrir os custos de produção.

Esse cenário tem restringido a entrada de novos lotes no mercado, comportamento típico de momentos em que os preços ainda buscam um novo ponto de equilíbrio.

Oferta limitada mesmo com avanço da colheita

Apesar do avanço da colheita no estado, a disponibilidade efetiva de arroz segue reduzida. A postura mais cautelosa dos produtores, que optam por segurar a comercialização à espera de melhores preços, tem sido determinante para esse quadro.

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Demanda opera com cautela e compras pontuais

Do lado da demanda, a necessidade de reposição permanece, mas compradores têm adotado uma postura conservadora. As aquisições estão sendo realizadas apenas para atender demandas imediatas, evitando formação de estoques mais elevados.

Expectativa de maior oferta pode destravar mercado

A perspectiva de aumento da oferta nas próximas semanas, seja pelo avanço mais intenso da colheita ou pela necessidade de caixa dos produtores, tem levado parte dos agentes a adiar novas compras.

Esse movimento contribui para manter o ritmo de negociações reduzido no curto prazo, enquanto o mercado busca maior definição de preços e volume disponível.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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