Agronegócio

Minas Gerais reúne mulheres do agronegócio

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Mais de 200 mulheres do agronegócio mineiro se reuniram em Belo Horizonte para debater liderança, representatividade e educação no setor. O encontro, promovido pelo Sistema Faemg Senar, Comissão de Direito do Agronegócio de Minas e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), foi uma oportunidade para as participantes trocarem experiências e buscarem soluções para os desafios que enfrentam.

Segundo o secretário de Agricultura e Pecuária de Minas Gerais, Thales Fernandes, as mulheres que lideram propriedades rurais são “mais criteriosas e organizadas que os homens” e também são as responsáveis por levar adiante os processos de sucessão familiar. Ele ressaltou a importância de fortalecer a participação feminina no agronegócio, que já representa 14,3% das propriedades rurais administradas no estado.

O evento contou com a participação de diversas palestrantes renomadas, como a professora Raquel Menezes da Universidade Federal de Viçosa (UFV), que falou sobre o papel da liderança feminina na sustentabilidade e inovação no agronegócio. As presidentes das comissões das Mulheres dos Conselhos Regionais de Agricultura (CRAs) de Minas Gerais também compartilharam suas experiências e desafios.

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Uma das principais conclusões do encontro foi a necessidade de promover a educação e a capacitação das mulheres do agronegócio. As participantes defenderam a criação de mais programas e cursos específicos para as mulheres, que as ajudem a desenvolver suas habilidades de liderança, gestão e empreendedorismo.

O encontro foi um importante passo para o fortalecimento da liderança feminina no agronegócio mineiro. As participantes saíram do evento motivadas e com novas perspectivas para o futuro do setor.

Além das palestras e debates, o encontro também contou com uma feira de negócios, onde as participantes puderam conhecer produtos e serviços voltados para o agronegócio.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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