Agronegócio

Ministro André de Paula se reúne com presidentes das Câmaras Setoriais para discutir demandas do agronegócio

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O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, reuniu-se com presidentes de 18 Câmaras Setoriais do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O encontro foi realizado nesta quarta-feira (17), na sede da Pasta, em Brasília (DF).

Participaram representantes das Câmaras Setoriais de Açúcar e Álcool, Algodão, Amendoim, Arroz, Borracha Natural, Cacau, Cachaça, Cerveja, Citricultura, Fibras Naturais, Florestas Plantadas, Fruticultura, Mandioca, Milho e Sorgo, Palma de Óleo, Soja, Tabaco e Vinho.

Durante a reunião, os representantes apresentaram os principais desafios, prioridades e demandas de seus respectivos setores. O objetivo foi fortalecer o diálogo entre o Ministério e as cadeias produtivas, contribuindo para a construção de soluções voltadas ao desenvolvimento da agropecuária brasileira.

André de Paula destacou que vê sua atuação à frente do Ministério como a de um advogado do setor agropecuário junto ao governo federal. Segundo ele, a aproximação com as Câmaras Setoriais é fundamental para identificar demandas e construir respostas de forma conjunta.

“Entendendo a importância do papel que vocês exercem para o sucesso que eu gostaria de ter nesse período em que estou aqui, quero abrir espaço para ouvir e conversar com todos os setores que, de forma direta ou indireta, atuam ao nosso lado e trabalham para fortalecer a nossa agricultura”, afirmou o ministro.

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Entre os 18 setores representados, oito apresentaram suas principais demandas durante o encontro: arroz, açúcar e álcool, algodão, citricultura, soja, mandioca e florestas plantadas. Entre os temas discutidos estiveram os custos de produção, a Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), projetos em tramitação no Congresso Nacional, políticas de fomento e ações de defesa agropecuária.

O secretário de Política Agrícola do Mapa, Guilherme Campos, evidenciou que as Câmaras Temáticas são a porta de entrada dos setores no Ministério. “É importante reforçar o protagonismo das Câmaras. O trabalho de cada um dos setores e as demandas que vêm por meio delas são mais qualificadas e recebem um tratamento mais objetivo e produtivo dentro do Ministério”, disse.

Também participaram da reunião o secretário-executivo do Mapa, Cleber Soares; a chefe de gabinete do ministro, Adriana Toledo; a chefe da Assessoria de Participação Social e Diversidade, Priscilla Borges; o diretor do Departamento de Análise Econômica e Políticas Agropecuárias, Silvio Farnese; e o coordenador-geral de Apoio às Câmaras Setoriais e Temáticas, Leandro Pires.

O QUE SÃO AS CÂMARAS SETORIAIS?

As Câmaras Setoriais se constituem em importantes fóruns de discussão entre os diversos elos das cadeias produtivas. Esses colegiados reúnem entidades representativas de produtores, empresários, instituições bancárias e outros parceiros do setor, além de representantes de órgãos públicos e técnicos governamentais.

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Nos encontros, são discutidas questões de interesse das cadeias produtivas, como manejo, aplicação de defensivos, processos produtivos, comercialização e questões tributárias. Também são analisadas matérias que afetam ou podem vir a afetar o desenvolvimento do agronegócio brasileiro, com a identificação de possíveis entraves ao setor produtivo e à renda do produtor rural, buscando indicar soluções ao longo de toda a cadeia, da produção à comercialização.

No total, são 32 Câmaras Setoriais, que representam diferentes cadeias produtivas do agronegócio brasileiro. Entre elas estão as câmaras de Açúcar e Álcool, Algodão, Amendoim, Animais de Estimação, Arroz, Aves e Suínos, Borracha Natural, Cacau e Sistemas Agroflorestais, Cachaça, Caprinos e Ovinos, Carne Bovina, Cerveja, Citricultura, Culturas de Inverno, Equideocultura, Erva-Mate, Feijão e Pulses, Fibras Naturais, Flores e Plantas Ornamentais, Florestas Plantadas, Fruticultura, Hortaliças, Leite e Derivados, Mandioca, Mel e Produtos Apícolas, Milho e Sorgo, Oleaginosas e Biodiesel, Palma de Óleo, Produção e Indústria de Pescados, Soja, Tabaco e Viticultura, Vinhos e Derivados.

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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