Agronegócio

MPA presente na Feira Brasil na Mesa, no Distrito Federal

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O Ministério da Pesca e Aquicultura esteve presente na abertura da feira Brasil na Mesa, realizada entre os dias 23 e 25 de abril, na sede da Embrapa Cerrados, em Planaltina (DF). Durante a abertura, nesta quinta-feira (23/04), o MPA foi representado pelo ministro substituto Lázaro Medeiros. 

O evento promovido pela Embrapa, celebra os sabores, saberes e oportunidades dos alimentos do Brasil e contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a primeira-dama Janja Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin, o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, entre outras autoridades.  

A programação inclui exposições, palestras, debates, rodadas de negócios e a feira de sabores, na qual os visitantes poderão experimentar produtos e comprar direto dos produtores de diferentes biomas. 

A feira também é uma celebração dos 53 anos da Embrapa. Lázaro Medeiros ressaltou a parceria da empresa com o MPA. “Desde a recriação do Ministério, a Embrapa tem sido uma importante parceira no desenvolvimento de tecnologias e inovações para os setores pesqueiro e aquícola. Acreditamos que essa parceria é fundamental para que possamos oferecer um pescado de qualidade para a mesa dos brasileiros”, afirmou. 

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Em seu discurso, o presidente Lula destacou o potencial produtivo brasileiro em ofertar alimentos de qualidade dentro e fora do país. “Queremos diversificar a produção porque isso vai gerar empregos, oportunidades, aumentar a escala, melhorar a qualidade dos nossos alimentos. Porque nós sabemos que não basta produzir. Para ganharmos mercado, temos que produzir com excelência. Ninguém no mundo tem a capacidade de produzir alimentos que o Brasil tem”, declarou. 

Pescado na mesa – Durante a feira de sabores, marisqueiras, pescadores e pescadoras de diferentes partes do país apresentaram seus produtos para o público. Os visitantes também puderam degustar pratos típicos preparados na hora. 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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