Agronegócio

Mulheres das Águas: número de inscritas na edição 2025 bate recorde

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O Prêmio Mulheres das Águas é um dos símbolos da recriação do Ministério da Pesca e Aquicultura. Desde 2023, premia pescadoras, aquiculturas, gestoras e pesquisadoras que se destacam pelo trabalho realizado. Neste ano, o número de inscritas bateu um recorde: foram registradas 306 inscrições válidas, contra 185 em 2024 e 73 em 2023.  

A maior parte das inscrições (61%) foi feita pelas próprias mulheres as águas, enquanto as demais (39%) foram indicadas por outras pessoas ou instituições ligadas à pesca e aquicultura.   

Além disso, a maioria das mulheres participantes são pretas, pardas ou indígenas (cerca de 72% do total). Os estados com maior número de inscritas foram Bahia, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Amazonas, Santa Catarina e Pará. No entanto, foram registradas inscrições de praticamente todos os estados brasileiros.  

Segundo o Chefe da Assessoria de Participação Social e Diversidade, Paulo Faria, “o desafio agora está nas mãos da comissão avaliadora, que terá a tarefa nada fácil de selecionar apenas 11 histórias entre 306 trajetórias inspiradoras”. 

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Sobre o Mulheres das Águas 

Esta é a terceira edição do prêmio, promovido pelo MPA. Desde o primeiro ano, foram premiadas mulheres com uma atuação relevante para a promoção da pesca e aquicultura sustentável, em pesquisa e inovação. São 11 categorias diferentes:  

  • Pesca Artesanal Marinha;  
  • Pesca Artesanal Continental;  
  • Pesca Artesanal Estuarina;  
  • Pesca Industrial ou Indústria do Pescado;  
  • Pesca Amadora e Esportiva;  
  • Pesca ou Aquicultura de Ornamentais;  
  • Pesca Artesanal ou Aquicultura Indígena;  
  • Aquicultura Marinha ou Estuarina;  
  • Ensino Pesquisa e/ou Extensão;  
  • Aquicultura Continental e  
  • Gestão Pública ou Privada.  

O resultado das vencedoras será divulgado no dia 26 de fevereiro e a premiação será realizada em março, ainda sem data definida. Clique no link abaixo para conferir o edital completo da premiação. 

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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