Agronegócio

PampaPlus cresce 32% em dez anos e registra recorde de usuários em 2025

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O Programa PampaPlus, iniciativa da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), registrou um crescimento de 31,9% entre 2016 e 2025, passando de 16.902 para 22.301 animais avaliados.

Em 2025, o programa atingiu recorde histórico de participação, com 95 usuários, alta de 12% em relação ao ano anterior.

O aumento reflete maior adoção de ferramentas de avaliação genética pelos criadores e confiança nos dados técnicos fornecidos pelo programa para a tomada de decisões em suas propriedades.

Desmama atinge marca histórica

O PampaPlus também registrou recorde nas avaliações de desmama, com mais de 12 mil animais avaliados nesta etapa, consolidando-se como referência para melhoramento genético das raças Hereford e Braford.

Segundo Natacha Luttjohann, superintendente de registro da ABHB e coordenadora do programa, “os números do PampaPlus refletem o momento atual da pecuária brasileira, em que eficiência produtiva e melhoramento genético são cada vez mais decisivos nas propriedades”.

Impacto direto na produtividade e sustentabilidade

Natacha destaca que os resultados do programa vão além dos números. “O PampaPlus influencia diretamente a tomada de decisão nas propriedades, a competitividade dos rebanhos e a sustentabilidade dos sistemas produtivos”, explica.

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O crescimento no número de participantes indica que criadores estão cada vez mais confiantes em utilizar dados técnicos para seleção de reprodutores e matrizes, reforçando o valor do programa no melhoramento genético e na produtividade da pecuária.

Como funciona o PampaPlus

O PampaPlus é o programa oficial de avaliação genética da ABHB, desenvolvido em parceria com a Embrapa.

A partir de coleta de dados de desempenho, avaliações visuais e análises de parentesco, o programa estima valores genéticos e índices que auxiliam os criadores na seleção de animais mais produtivos e adaptados aos diferentes sistemas de produção.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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