Agronegócio

Prejuízo gaúcho supera R$ 12 bilhões. R$ 4,1 bilhões só no agronegócio

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As fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul nas últimas semanas provocaram prejuízos que somam R$ 12,2 bilhões, conforme números divulgados nesta sexta-feira (14.06) pela Defesa Civil. A agricultura foi duramente afetada, com perdas superiores a R$ 4,1 bilhões, enquanto a pecuária registrou prejuízos de R$ 372,1 milhões.

O setor habitacional foi o mais atingido, contabilizando R$ 4,7 bilhões em danos, com cerca de 110,9 mil unidades residenciais danificadas ou destruídas. O impacto foi significativo tanto no setor público quanto no privado. O setor público sofreu perdas de aproximadamente R$ 2,5 bilhões, enquanto o privado, incluindo atividades agrícolas e industriais, registrou um prejuízo de R$ 5 bilhões.

Além das perdas materiais, as chuvas resultaram em graves tragédias humanas. Até o momento, foram confirmadas 176 mortes e 38 pessoas ainda estão desaparecidas. A situação de emergência desalojou 422,7 mil pessoas e deixou 98,1 mil desabrigadas. No total, cerca de 11,4 mil pessoas ficaram feridas ou enfermas, impactando diretamente a vida de aproximadamente 4,2 milhões de gaúchos.

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O aumento significativo nas perdas agrícolas, que subiram de R$ 3,7 bilhões na semana passada para R$ 4,1 bilhões, evidencia a gravidade da situação no campo. As chuvas devastaram plantações e pastagens, comprometendo a produção e a subsistência de milhares de famílias rurais.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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