Agronegócio

Produção de soja no Nordeste deve crescer 7,5%, aponta Conab

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) prevê um aumento significativo na produção de soja no Nordeste brasileiro, com incremento de 7,5% em comparação ao ciclo anterior. A estimativa é que a safra alcance quase 17 milhões de toneladas, consolidando a região como um importante polo agrícola no país.

A Bahia lidera as projeções de crescimento, com expectativa de colher 8,27 milhões de toneladas, um avanço de 10,6% em relação à temporada passada. Apesar do excesso de chuvas que marcou o início deste ano, as condições das lavouras na região oeste do Estado são consideradas muito boas.

A produtividade pode atingir até 70 sacas por hectare, segundo estimativas locais. Até o momento, 3% da área cultivada já foi colhida, um ritmo mais acelerado em comparação ao mesmo período do ano passado, quando apenas 0,1% havia sido colhido.

No Maranhão, outro grande produtor de soja do Nordeste, as perspectivas também são positivas. Após um início de plantio marcado por chuvas irregulares, a umidade excessiva registrada desde janeiro tem favorecido o desenvolvimento das lavouras.

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A colheita, prevista para começar no início de fevereiro, deve alcançar uma produtividade média de 58 sacas por hectare. A produção total do Estado está estimada em 4,67 milhões de toneladas, um aumento de 6,2% em relação à safra anterior.

Os resultados reforçam o papel estratégico do agronegócio nordestino no cenário nacional, com a soja despontando como um dos principais produtos da pauta agrícola. A expectativa é de que o setor continue avançando, impulsionado por condições climáticas favoráveis e investimentos em tecnologia e manejo sustentável.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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