Agronegócio

Produtores comemoram zeramento do imposto sobre carnes

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A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e os produtores de alimentos avícolas e suinícolas comemoraram a aprovação pela Câmara dos Deputados da inclusão de carnes na cesta básica desonerada. A decisão foi parte do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária votado na quarta-feira (10.07). LEIA AQUI

Após uma semana de intensas discussões entre autoridades do Executivo e do Legislativo, a inclusão de proteína animal, queijo e sal na cesta desonerada foi aprovada por ampla maioria, contando com o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e de diversos produtores.

A ABPA divulgou uma nota celebrando a decisão:

“A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e os produtores de alimentos avícolas e suinícolas celebraram hoje a decisão histórica da regulamentação da Reforma Tributária com a inclusão das carnes na Cesta Básica Isenta, após votação ocorrida há pouco no Plenário da Câmara dos Deputados.

É uma vitória daqueles que lutam pela segurança alimentar do País, e que compreendem que o direito ao acesso às carnes e aos seus nutrientes essenciais deve ser preservado.

O Brasil é um dos maiores consumidores de proteínas animais do mundo, com consumo médio per capita superior a 100 quilos.

Neste sentido, a ABPA registra os seus agradecimentos à sensibilidade do presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Pedro Lupion, e de todos os integrantes da FPA, de outras Frentes e dos demais congressistas, o que permitiu a inclusão das proteínas animais na cesta básica isenta.”

Com a aprovação desta medida, a ABPA e os produtores esperam um impacto positivo na segurança alimentar do país, garantindo que a população continue a ter acesso a proteínas animais essenciais.

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Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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