Agronegócio

Recorde de exportações amplia mercado para carne, café e pescado

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Rondônia se consolida como uma das principais economias agropecuárias do país. De janeiro a maio de 2025, as exportações do estado somaram cerca de R$ 7,7 bilhões, mantendo o ritmo de crescimento observado no ano anterior, quando o volume chegou a R$ 14,3 bilhões — o maior da história do estado. Nos últimos cinco anos, as exportações mais que dobraram, com alta de 103%, refletindo diretamente na geração de empregos e renda.

O bom desempenho é resultado da diversificação da pauta exportadora e da abertura de novos mercados. Se em 2020 o estado exportava para 41 países, hoje esse número chega a 116 destinos. A lista de produtos também cresceu: saltou de 60 itens para 295, com destaque para carne bovina, café robusta amazônico, Tambaqui e cacau de alta qualidade.

A carne bovina segue como o principal produto da balança comercial de Rondônia, superando R$ 5,5 bilhões em vendas externas em 2024. Outro destaque é o Tambaqui, que registrou crescimento de 278% na receita entre 2023 e 2024, impulsionado pela demanda internacional. O café robusta amazônico também ganhou força no mercado externo, com crescimento de 644% no faturamento em apenas um ano.

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O cacau produzido no estado também vem ganhando reconhecimento nacional. Rondônia ocupa hoje a quarta posição no ranking brasileiro e é o segundo maior produtor da Região Norte. Nos últimos dois anos, produtores locais conquistaram prêmios nacionais de qualidade, reforçando o posicionamento do estado como fornecedor de produtos diferenciados.

A combinação de investimentos no setor produtivo, qualificação, rastreabilidade e participação em feiras internacionais tem sido apontada como um dos fatores para esse salto nas exportações. A expectativa é que os números de 2025 superem novamente os recordes anteriores, mantendo Rondônia em rota de expansão, especialmente nas cadeias da pecuária, piscicultura e cafeicultura.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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