Agronegócio

Safra de milho do Paraná pode alcançar 17,5 milhões de toneladas e reforça expectativa positiva para 2026

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O Paraná mantém perspectivas favoráveis para a produção de milho na safra 2025/26. A colheita da segunda safra começou de forma pontual em algumas regiões do Estado e, caso as condições climáticas continuem favoráveis, deve ganhar intensidade na segunda quinzena de junho.

As informações constam no Boletim Conjuntural divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

Segundo o levantamento, a região Oeste, principal polo produtor de milho do Paraná, iniciou os trabalhos de colheita na última semana. Até o momento, aproximadamente 14 mil hectares foram colhidos, volume que representa menos de 1% da área total destinada ao cereal nesta segunda safra.

Colheita deve acelerar nas próximas semanas

A expectativa do Deral é que o ritmo de retirada dos grãos aumente significativamente ao longo das próximas semanas, à medida que mais lavouras atinjam o estágio ideal para a colheita.

O avanço dos trabalhos no campo também permitirá uma avaliação mais precisa da produtividade das áreas cultivadas, embora os indicadores atuais permaneçam bastante positivos.

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De acordo com os dados mais recentes, dos 2,9 milhões de hectares plantados com milho segunda safra no Estado, cerca de 24% das lavouras já se encontram na fase final de desenvolvimento. Nessas áreas, o risco de perdas causadas por eventuais geadas é considerado praticamente inexistente.

Clima ainda exige atenção dos produtores

Apesar do cenário favorável, a maior parte das lavouras ainda permanece vulnerável às condições climáticas típicas do inverno.

O boletim aponta que 76% das áreas cultivadas seguem em fases intermediárias de desenvolvimento e continuam sujeitas aos riscos de geadas, fenômeno que tradicionalmente preocupa os produtores paranaenses nesta época do ano.

A ocorrência de frio intenso nas próximas semanas poderá influenciar o desempenho final da safra, especialmente nas regiões onde as plantas ainda não atingiram a maturação adequada.

Produção estimada em 17,5 milhões de toneladas

Mesmo com a atenção voltada para o clima, a evolução das lavouras fortalece as projeções para a temporada. O Deral estima atualmente uma produção de 17,5 milhões de toneladas de milho segunda safra no Paraná.

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O órgão ressalta que a estimativa poderá passar por ajustes nos próximos levantamentos, mas sem mudanças expressivas caso as condições climáticas permaneçam dentro da normalidade.

Com o desenvolvimento das lavouras avançando e parte significativa das áreas já fora de risco, o Estado segue consolidando a expectativa de uma das mais importantes safras de milho do País, reforçando sua posição estratégica no abastecimento interno e nas exportações brasileiras de grãos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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