Agronegócio

Semeadura do arroz avança no RS e garante cenário mais equilibrado entre regiões produtoras

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A semeadura da safra de arroz 2025/26 segue em ritmo acelerado no Rio Grande do Sul, com avanço expressivo nas principais regiões produtoras e maior equilíbrio entre as áreas cultivadas. De acordo com dados divulgados por Sérgio Cardoso, diretor de operações da Itaobi Representações, 94,88% da área prevista já foi implantada no estado.

O bom desempenho é puxado pelas regiões da Campanha, Zona Sul e Planície Costeira Externa, que já completaram 100% do plantio. O ritmo atual supera o registrado no mesmo período da safra 2024/25, quando a evolução era mais irregular.

Avanço homogêneo reduz riscos agronômicos

Na comparação com o ciclo anterior, a região Central apresentou melhora significativa: o índice de área semeada passou de 68,87% na safra passada para mais de 82% neste ciclo. Já a Fronteira Oeste mantém um desempenho sólido, mesmo diante de custos elevados e margens de lucro mais ajustadas.

Segundo especialistas, o avanço mais homogêneo entre as regiões contribui para reduzir riscos agronômicos e trazer maior previsibilidade para a cadeia produtiva do arroz. Essa regularidade no plantio é considerada fundamental para o desenvolvimento equilibrado das lavouras ao longo do ciclo.

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Custos seguem pressionando a rentabilidade dos produtores

Apesar do cenário favorável no campo, o setor ainda enfrenta desafios econômicos. Em boa parte das regiões produtoras, os preços de mercado não cobrem os custos de produção e de industrialização, comprometendo a rentabilidade das propriedades.

Especialistas ressaltam que, embora a eficiência produtiva seja essencial para a competitividade do setor, ela não garante sustentabilidade se o mercado não oferecer remuneração compatível com os custos envolvidos. A busca por maior equilíbrio entre produtividade e rentabilidade continua sendo um dos principais desafios da rizicultura gaúcha.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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