Agronegócio

Setor de citros brasileiro comemora redução de tarifas nos Estados Unidos

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Suco de laranja volta a ter alíquota reduzida nos EUA

O setor exportador de produtos citrícolas do Brasil recebeu uma boa notícia em novembro. O governo dos Estados Unidos decidiu retirar a tarifa adicional de 10% sobre as importações de suco de laranja, medida que havia sido imposta em abril deste ano. A decisão representa um alívio significativo para as indústrias brasileiras, que vinham enfrentando dificuldades com os custos extras e a desaceleração nos embarques.

De acordo com informações do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a retirada da taxa traz novo fôlego ao setor, especialmente em um momento de lentidão nas exportações internacionais.

Subprodutos também têm tarifas reduzidas

Além do suco de laranja, outros produtos derivados — como óleos essenciais, subprodutos terapêuticos e polpa de laranja — também foram beneficiados. Conforme ordem executiva assinada no dia 20 de novembro, as tarifas de 40% foram zeradas, embora a sobretaxa de 10% ainda continue em vigor.

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Pesquisadores do Cepea destacam que essas reduções podem favorecer a retomada das exportações de subprodutos para os Estados Unidos, que vinham perdendo espaço no mercado devido aos altos custos tarifários.

Competitividade do suco brasileiro é preservada

Segundo agentes consultados pelo Cepea, a retirada das tarifas é essencial para manter a competitividade do suco brasileiro no mercado norte-americano, um dos principais destinos da produção nacional. Mesmo com o alívio recente, permanece vigente a tarifa de US$ 415 por tonelada de FCOJ (Frozen Concentrated Orange Juice) — taxa que já existia antes das medidas impostas pelo ex-presidente Donald Trump.

Os especialistas reforçam que, apesar dessa tarifa tradicional, a nova isenção é vista como um passo importante para o equilíbrio das exportações e a estabilidade do setor citrícola brasileiro nesta temporada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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