Agronegócio

Show Rural Coopavel 2025 espera comercializar R$ 6 bilhões

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A 37ª edição do Show Rural Coopavel começa nesta segunda-feira (10.02), em Cascavel-PR (500 km da capital, Curitiba), com projeção de movimentar cerca de R$ 6 bilhões em negócios, repetindo o desempenho registrado no ano passado. O evento, que segue até sexta-feira (14), é um dos mais importantes do agronegócio nacional e deve receber aproximadamente 390 mil visitantes ao longo dos cinco dias.

Em 2024, o volume de negócios atingiu a marca de R$ 6,1 bilhões, impulsionado principalmente pela comercialização de maquinário agrícola, novas tecnologias e insumos para a safra. A expectativa para este ano é manter esse patamar, apesar das incertezas econômicas e climáticas que afetam o setor. Com mais de 600 expositores distribuídos em uma área de 720 mil metros quadrados, a feira traz novidades em agricultura de precisão, biotecnologia, pecuária de alto desempenho e soluções sustentáveis para a produção rural.

Além da movimentação econômica direta, o evento desempenha um papel estratégico ao impulsionar investimentos e fortalecer o setor produtivo. A vitrine tecnológica e as demonstrações de inovação contribuem para a modernização das propriedades e a competitividade dos produtores. O tema da sustentabilidade ganha destaque nesta edição, com iniciativas voltadas à eficiência energética, redução de custos e menor impacto ambiental.

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A programação também inclui o anúncio da ampliação do projeto Corredores Rodoviários Sustentáveis do Paraná, que busca ampliar a utilização de biometano no transporte rodoviário a partir de resíduos agroindustriais. Esse projeto deve beneficiar mais de 300 municípios, gerando oportunidades para o setor e estimulando práticas mais sustentáveis na logística do agronegócio.

Com entrada gratuita e programação intensa, o Show Rural Coopavel 2025 se firma como um evento essencial para os negócios e a inovação no campo, reforçando sua importância na economia agropecuária brasileira.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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