Agronegócio

Soja em Mato Grosso: custo de produção cai, mas rentabilidade ainda preocupa

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O custo de produção da soja na safra 2024/25 em Mato Grosso teve uma queda de 1,33% em relação ao ciclo anterior, segundo dados do Acompanhamento dos Custos das Produções Agropecuárias de Mato Grosso (Acapa-MT), realizado pelo Imea e Senar-MT. A notícia anima os produtores, mas a rentabilidade da safra ainda gera apreensão.

O custo operacional efetivo (COE) agora se encontra em R$ 5.558,59 por hectare. Essa redução é impulsionada principalmente pela diminuição nos custos com fertilizantes e corretivos (R$ 1.724,76 por hectare) e defensivos (R$ 1.288,38 por hectare), em comparação com os valores do ciclo passado.

No entanto, alguns itens registraram aumento, como mão de obra (R$ 207,13 por hectare), manutenção (R$ 263,44 por hectare) e impostos e taxas (R$ 233,86 por hectare).

Apesar da queda no custo de produção, o ponto de equilíbrio para a rentabilidade da safra ainda é considerado alto. O Imea estima que o produtor precise vender a soja a pelo menos R$ 95,89 por saca ou alcançar uma produtividade mínima de 55,71 sacas por hectare para cobrir os custos.

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O cenário incerto do mercado, com preços da soja em baixa, torna a rentabilidade da safra 2024/25 um desafio para os produtores mato-grossenses. A busca por alternativas para minimizar os riscos e otimizar o retorno do investimento será crucial para o sucesso da safra.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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