Agronegócio

StoneX eleva previsão da safra de soja 2025/26 e reduz estimativa para o milho de segunda safra

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A consultoria StoneX revisou para cima sua estimativa da safra brasileira de soja 2025/26, projetando uma produção recorde de 178,9 milhões de toneladas, segundo relatório divulgado nesta segunda-feira (3). O número representa alta de 0,1% em relação à projeção anterior, impulsionada principalmente pela ampliação da área semeada em Goiás.

Mesmo com o ajuste positivo, a StoneX destacou que a irregularidade das chuvas tem afetado o ritmo de plantio em diversas regiões produtoras, exigindo replantio em algumas áreas. Ainda assim, o potencial produtivo da oleaginosa segue elevado, sustentando o otimismo para a nova temporada.

Milho de segunda safra deve ter queda de 4,1% na produção

Em seu primeiro levantamento para o ciclo 2025/26, a StoneX projetou uma produção de 107 milhões de toneladas de milho segunda safra, volume 4,1% inferior ao registrado na temporada anterior.

De acordo com a consultoria, embora haja uma expectativa de aumento de 1,3% na área plantada, reflexo da boa rentabilidade da safra 2024/25, a produtividade permanece incerta diante dos riscos climáticos e do calendário de plantio.

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Clima e calendário desafiam o milho safrinha

A StoneX alertou que, apesar de o clima ter favorecido a colheita do ciclo anterior, a segunda safra de milho pode enfrentar adversidades em 2026, especialmente pela possibilidade de falta de chuvas e atrasos no plantio após a soja.

Segundo o relatório, ainda é cedo para projeções mais precisas sobre área cultivada e rendimento, já que o plantio da safrinha ocorrerá apenas nos primeiros meses do próximo ano.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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