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União Europeia deve reduzir importações de soja para 13,7 milhões de toneladas em 2026/27, aponta USDA

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Produção de soja na União Europeia apresenta leve crescimento

A produção de soja na União Europeia deve registrar aumento na safra 2026/27, segundo projeções do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

De acordo com o relatório Gain Report, a produção do bloco está estimada em 3 milhões de toneladas, acima das 2,845 milhões de toneladas registradas na temporada anterior.

O avanço está relacionado à expansão da área cultivada, que deve atingir 1,090 milhão de hectares, frente aos 1,061 milhão de hectares da safra 2025/26.

Importações de soja devem recuar na próxima temporada

Apesar do crescimento na produção interna, a União Europeia continuará altamente dependente das importações de soja.

Para o ano comercial 2026/27, com início em outubro de 2026, as compras externas estão projetadas em 13,7 milhões de toneladas, abaixo das 14 milhões de toneladas registradas no ciclo anterior.

A redução reflete, principalmente, o aumento da oferta doméstica e uma leve retração na demanda.

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Consumo de soja também deve diminuir no bloco europeu

O consumo total de soja na União Europeia está estimado em 16,65 milhões de toneladas em 2026/27, contra 17 milhões de toneladas na temporada anterior.

Esse recuo acompanha o ajuste nas importações e indica um cenário de demanda ligeiramente mais moderada no bloco.

União Europeia segue dependente do mercado externo

Mesmo com o crescimento da produção interna, a União Europeia mantém forte dependência do mercado internacional para suprir sua demanda por soja.

O bloco continua como um dos principais importadores globais da oleaginosa, sendo um destino relevante para grandes exportadores, como o Brasil e os Estados Unidos.

Perspectiva: ajuste entre oferta e demanda marca nova safra

As projeções indicam um cenário de leve reequilíbrio no mercado europeu de soja, com aumento da produção, redução nas importações e consumo um pouco menor.

Ainda assim, a dependência externa permanece elevada, mantendo o bloco como peça importante no comércio global da commodity.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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