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Alunos de escolas municipais participam de atividade especial no Bosque dos Papagaios

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Como parte da programação do 4º Festival da Primeira Infância, 150 alunos de 7 escolas da Rede Municipal de Ensino participaram, nesta terça-feira, 25, de uma manhã especial no Bosque dos Papagaios. Trata-se do “Piquenique Literário”, uma iniciativa que tem como principal objetivo proporcionar às crianças experiências lúdicas, educativas, culturais e afetivas, valorizando o brincar, a leitura, a criatividade, a convivência e o contato com a natureza.

Foi uma manhã de muita diversão e desafios em meio às trilhas sombreadas do Bosque dos Papagaios

Com o tema “Brincar, Cuidar e Crescer: Pequenos Passos, Grandes Descobertas”, a ação foi planejada para transformar a leitura em uma experiência divertida e afetiva. O passeio consistiu em um pequeno tour pelo Bosque dos Papagaios, dividido em quatro estações, cada uma com atividades específicas: acolhida, trilha (circuito motor, Meio da Árvore e corrida), piquenique literário e estação das cores.

Não faltou foco e concentração para cumprir os desafios

As crianças puderam ver de perto animais como araras, tucanos, capivaras, antas e veados, além de árvores e plantas nativas. Nas trilhas sombreadas do bosque, se depararam com desafios e atividades lúdicas, como a “Teia do Homem-Aranha”, um emaranhado de fios que as crianças precisavam atravessar, passando por cima e por baixo; o “Aviãozinho de Corda”, onde eles tinham que andar em linha reta sob uma corda no chão; pula-pula; além de túnel, corridinha e outras dinâmicas.

“Adorei ver o veado, a anta e a capivara”, disse o aluno Enzo Felipe, em sua primeira visita ao Bosque dos Papagaios

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Enzo Felipe, aluno do 2º ano da Escola Municipal Vicente André da Silva, adorou a experiência. “Não tinha vindo ainda e gostei muito. Adorei ver o veado, a anta e a capivara”, contou.

“Não conhecia o bosque. É lindo”, destacou a aluna Alice Giovana

Quem também visitou o bosque pela primeira vez foi Alice Giovana, do 2º ano da mesma escola. “Não conhecia o bosque. É lindo! Achei a arara muito linda”, disse.

Atividades alusivas ao festival ocorrem em toda a rede

Alunos da Escola Municipal Isete Evangelista Albuquerque interpretaram uma música em libras

Ao final do passeio, as crianças foram recebidas em um espaço preparado com toalhas, almofadas, estantes e cestos de livros. Na oportunidade, elas assistiram a uma apresentação musical, interpretada em Libras por alunos da Escola Municipal Isete Evangelista Albuquerque. O passeio foi encerrado com um piquenique, repleto de delícias.

“São atividades que favorecem a criatividade, a imaginação e o convívio das crianças”, ressaltou o secretário de Educação e Cultura, Edimir Álvares Neto

“É uma celebração ao 4º Festival da Primeira Infância, permitindo aos nossos alunos uma manhã repleta de atividades que favorecem a criatividade, a imaginação e o convívio. É importante lembrar que toda a Rede Municipal de Ensino trabalha de forma integrada, ou seja, as escolas municipais, tanto urbanas como do campo e indígenas, têm desenvolvido atividades diversas com a temática do festival”, destacou o secretário de Educação e Cultura, Edimir Álvares Neto.

“São vivências e experiências valiosas, que fazem a diferença”, disse a assessora pedagógica da SMEC, Sofia Pinheiro

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A assessora pedagógica da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SMEC), Sofia Pinheiro, também destacou os benefícios das atividades para os alunos. “Muitas das crianças estão vindo ao Bosque dos Papagaios pela primeira vez, então, de fato, é um momento especial e que ficará na memória deles. É a oportunidade de saírem da sala de aula, terem contato com a natureza e conhecerem de perto animais que, até então, só viam em livros e telas. São vivências e experiências valiosas, que fazem a diferença”, disse.

Os livros viraram atração entre a criançada

Fonte: Prefeitura de Boa Vista – RR

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Boa Vista

PATRIMÔNIO CRIATIVO Carta Coletiva será elaborada para fortalecer preservação cultural

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A programação da Semana do Patrimônio Cultural de Boa Vista teve continuidade nesta terça-feira, 25, na Sala de Múltiplo Uso do Teatro Municipal de Boa Vista. A iniciativa tem como um dos principais objetivos a construção da Carta Coletiva, que reunirá propostas e contribuições para fortalecer as políticas de preservação e valorização da memória e da identidade local na cidade.

Promovido pela Prefeitura de Boa Vista, por meio da Fundação de Educação, Turismo, Esporte e Cultura (FETEC), em parceria com a Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Roraima (IPHAN), o encontro tem como tema “Patrimônio Criativo de Boa Vista: Tempo, Identidade, Inclusão Produtiva e Renda”.

O evento reúne representantes do poder público, instituições e sociedade civil para discutir estratégias, compartilhar experiências e fortalecer a integração entre diferentes setores. Este segundo dia de atividades foi dividido em dois momentos. Pela manhã, ocorreu o Grupo de Trabalho I, com o tema “Sistema Nacional do Patrimônio Cultural: Construção do Pacto Federativo no Estado de Roraima”. No período da tarde, as discussões tiveram continuidade com o Grupo de Trabalho II, que abordou “A Dimensão Legal do Patrimônio Cultural”.

Evento reúne representantes do poder público, instituições e sociedade civil

De acordo com a coordenadora do Patrimônio Cultural de Boa Vista, Carolina Albuquerque, a programação continua na quarta-feira, 26, com a construção da Carta Coletiva do Patrimônio para Boa Vista, durante a tarde. À noite, será feita a leitura do documento, que reunirá as principais contribuições e propostas discutidas ao longo do evento.

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“Esses encontros são importantes para debatermos sobre o patrimônio, que é composto por símbolos, referências e elementos que têm significados diferentes para cada um de nós. O resultado desses dois grupos dará forma à construção da nossa carta coletiva. Esse documento é para a cidade, por isso o nome é ‘Carta do Patrimônio Cultural para Boa Vista’. Depois, ela será entregue simbolicamente à nossa autoridade maior, que é o prefeito da cidade”, disse a coordenadora.

Coordenadora do Patrimônio Cultural de Boa Vista, Carolina Albuquerque

A antropóloga e superintendente do IPHAN em Roraima, Larissa Guimarães, destacou que a Carta do Patrimônio para Boa Vista é uma proposta da FETEC que busca reunir as discussões sobre o Pacto Federativo e contribuir para a implementação do Sistema Nacional do Patrimônio Cultural.

“Nossa proposta é tentar implementar, no estado de Roraima, articulações entre os entes federados: governo federal, estadual e municipais, bem como as instâncias públicas, além de envolver também a sociedade civil. Então, o objetivo é que a gente consiga trabalhar e cooperar juntos, para que possamos pensar de forma articulada e alcançar as pessoas. Por isso, é importante compreender os territórios, identificar suas necessidades e definir os melhores caminhos. Mas, para isso, é preciso estruturar políticas, conhecer a realidade e, então, pensar em alternativas”, afirmou Larissa.

Larissa Guimarães destaca a importância da Carta do Patrimônio para fortalecer as políticas culturais em Boa Vista.

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Participantes trocam ideias e apresentam soluções

Durante a formação dos grupos, os participantes tiveram a oportunidade de trocar ideias e apresentar suas propostas, destacando problemas, desafios e possíveis soluções, além de refletir sobre a importância da consciência coletiva e da integração para a preservação da memória e da identidade de Boa Vista.

Entre as participantes estava a professora do curso de Turismo do Instituto Federal de Roraima (IFRR), Luciana Vitório, roraimense e filha de mãe Tupinambá e pai Kokama. Para ela, o Pacto Federativo de Patrimônio Cultural é fundamental, especialmente na área da educação, em que atua.

“Considero fundamental que a educação patrimonial seja valorizada em todos os níveis”, disse Luciana Vitório.

“Um dos desafios que discutimos é a falta de informação básica. Coloquei essa questão em pauta no grupo do qual participo, para que, de alguma forma, ela seja incorporada às discussões do Pacto Federativo. Por isso, considero fundamental que a educação patrimonial seja valorizada em todos os níveis, tanto na educação básica quanto no ensino superior, onde atuo”, ressaltou Luciana.

Fonte: Prefeitura de Boa Vista – RR

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