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Governo Federal entrega 956 casas a famílias de c

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Ao todo, cerca de R$ 78 milhões foram investidos nos empreendimentos entregues em Palmas (TO), Praia Grande (SP) e Teotônio Vilela (AL)

O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) realizou o sonho da casa própria de 956 famílias de baixa renda pelo Brasil. Ao todo, cerca de R$ 78 milhões foram investidos nos empreendimentos entregues em Palmas (TO), Praia Grande (SP) e Teotônio Vilela (AL). Juntas, as moradias vão beneficiar quase 4 mil pessoas.

“O nosso ministério, sobretudo, tem a missão de diminuir desigualdades regionais. Nós colocamos a nossa doação a favor dos brasileiros que mais precisam da ação do governo. Em junho, este governo comemorou um milhão de moradias entregues à população brasileira, mesmo com todas as dificuldades, e vamos fazer ainda mais”, destaca o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.

Em Palmas, 500 casas foram entregues aos novos moradores do Residencial Jardim Vitória II. O empreendimento recebeu R$ 40 milhões em investimentos do MDR, dos quais R$ 39,4 milhões foram repassados desde 2019.

O supervisor de equipe Fernando de Paula Santana foi um dos beneficiados com a nova moradia. “Muitas pessoas pensam que é impossível, mas a gente que acredita e sonha sabe que um dia acontece. Hoje aconteceu a realização de um sonho. Recebemos a chave da nossa casa e fechamos um ciclo de vida de dificuldades”, comemorou.

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Em Teotônio Vilela (AL), 200 famílias receberam as chaves dos módulos I e II do Residencial Dr. Marcelo Vilela (foto à esquerda), que contaram com investimento de R$ 13,6 milhões. A cerimônia contou com a participação do presidente Jair Bolsonaro.

Uma das beneficiadas foi a dona de casa Girlene Amorim. “Meu sonho era ter um lar, ainda mais com uma filha pequena de dois anos. Agora não terei mais preocupações de pagar aluguel e amanhã mesmo já posso abrir a porta e falar que esta casa é minha e da minha filha”, comemorou.

Já em Praia Grande (SP), outras 256 famílias tiveram acesso às moradias das etapas V e VI do Conjunto Habitacional Jardim Imperador. O investimento federal foi de R$ 24,3 milhões, com contrapartida de R$ 7,7 milhões do governo estadual e terreno doado pela prefeitura municipal.

José Teixeira Rodrigues, 56 anos, foi um dos que receberam a chave da casa própria na cidade paulista. Ele vai morar com a mulher, Ângela, e os dois filhos, Gael e Davi Lucas. “Hoje chegou o dia mais feliz da minha vida. Eu vim de uma família sofrida, trabalhava na roça e ter uma casa bonita com esta, ver meus filhos crescerem numa moradia assim, é muita emoção”, comemorou.

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Todos os residenciais entregues contam com infraestrutura completa de água, esgoto, energia elétrica, pavimentação, iluminação pública e drenagem.

Casa Verde e Amarela

Empenhado em reduzir o déficit habitacional, o Governo Federal retomou obras, ampliou o programa nacional de Habitação – o Casa Verde e Amarela – e rompeu, em junho deste ano, a barreira de 1 milhão de unidades entregues à população desde 2019.

O Programa Casa Verde e Amarela, que completou um ano em 25 de agosto, avançou no combate ao déficit habitacional por atuar em diversas frentes. Além da produção de casas e apartamentos, também inclui regularização fundiária, melhoria de residências e há outras ações em estudo, como a locação social.

Fonte: Brasil 61

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Brasil possui R$ 411 bi para financiamento de projetos verdes por meio de bancos públicos

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Programa Nacional de Crescimento Verde busca aliar o crescimento econômico ao desenvolvimento sustentável

O Brasil possui R$ 411 bilhões disponíveis para financiamento de projetos verdes intermediados por bancos públicos federais. O valor foi estimado no período entre outubro de 2021 e dezembro de 2022, e é oferecido por Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Novo Banco do Desenvolvimento (Banco do BRICS, formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

Os dados foram apresentados pelo secretário-executivo adjunto do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Daniel Catelli, durante o II Fórum de Governança Ambiental, promovido pelo Comitê de Desenvolvimento Sustentável da Rede Governança Brasil (RGB).

“O montante de recursos que nós temos no Brasil, hoje, destinado a esse tipo de atividade é muito grande. Nós precisamos de bons projetos, de uma boa governança, para que esse recurso consiga chegar na ponta, para que o empreendedor consiga acessar esses recursos. E que consigamos de fato transformar a economia do nosso país e fazer com que essa realidade, que o Brasil vive hoje, o consolide em uma superpotência ecológica no mundo”, destacou.

Programa Nacional de Crescimento Verde

Durante o fórum, o secretário Daniel Catelli falou sobre o Programa Nacional de Crescimento Verde. Criado em 2021 pelo governo federal e gerido pelo Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima e Crescimento Verde, o programa tem os seguintes objetivos:

  • Aliar o crescimento econômico ao desenvolvimento sustentável;
  • Aprimorar a gestão de recursos naturais;
  • Criar empregos verdes;
  • Promover a conservação de florestas e a proteção da biodiversidade;
  • Reduzir as emissões de gases de efeito estufa;
  • Estimular a captação de recursos, públicos e privados, provenientes de fontes nacionais e internacionais;
  • Incentivar a elaboração de estudos e pesquisas que contribuam com os objetivos do programa.
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“Não entendemos o meio ambiente dissociado do elemento humano. O elemento humano está presente no meio ambiente e interage diretamente com ele. E precisamos criar incentivos positivos”, disse Catelli.

Segundo o secretário, até setembro, o Programa Nacional de Crescimento Verde deve estabelecer uma uniformização do conceito de projetos verdes que valha para todas as instituições financeiras. “Se não tivermos uniformização, nós não conseguimos falar a mesma língua. Nós teremos algumas instituições dizendo que um determinado projeto é verde e, em uma outra instituição, o mesmo projeto pode não ser considerado verde”.

Iniciativas

Uma das iniciativas apoiada pelo programa é a Política Nacional de Resíduos Sólidos e o Programa Nacional de Logística Reversa. As medidas buscam acelerar o encerramento de lixões e aumentar a reciclagem, para transformar o lixo em investimentos verdes.

“A Política Nacional de Resíduos Sólidos é extremamente inovadora e exitosa, no sentido de que agora nós estamos trazendo crédito de reciclagem. Estamos trazendo mais um elemento econômico importante para incentivar a reciclagem no Brasil. E esses elementos econômicos acabam estimulando a população, não apenas como algo mandatório. Queremos trazer incentivos”, afirma Catelli.

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Segundo o Ministério do Meio Ambiente, o Brasil é recordista mundial em reciclagem de latas de alumínio, com mais de 31 bilhões de latas recicladas em 2020. Do total de 402 mil toneladas produzidas naquele ano, 391 mil toneladas foram recicladas.

Outras iniciativas do programa são o Mercado de Crédito de Carbono (decreto 11.075/2022) e a Estratégia Federal de Incentivo ao Uso Sustentável do Biometano (decreto 11.003/2022). Segundo a pasta, o Brasil tem potencial para gerar de US$ 16 bilhões a US$ 72 bilhões em receitas líquidas de crédito de carbono até 2030.

Além disso, em 2021, o Ministério de Minas e Energia, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, realizou o primeiro leilão de energia gerada a partir da drenagem de gás dos resíduos sólidos (biogás e biometano), que contou com investimentos de mais de R$ 500 milhões.

Daniel Catelli também citou a Cédula de Produtor Rural Verde e a Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais. Ambas buscam incentivar a preservação de florestas e vegetação nativa, por meio de compensação financeira.

Fonte: Brasil 61

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