Desenvolvimento

Governo Federal entrega as chaves da casa própria a 480 famílias de baixa renda de Ananindeua (PA)

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Residencial Cristo Novo II recebeu R$ 38,4 milhões em investimentos federais e vai beneficiar cerca de 1,9 mil pessoas

O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), entregou nesta última quinta-feira (7), 480 moradias a famílias de baixa renda de Ananindeua, no Pará. Ao todo, cerca de 1,9 mil serão pessoas beneficiadas com a casa própria no Residencial Cristo Novo II.


“Estamos levando dignidade a centenas de famílias brasileiras, que passarão a viver em um imóvel próprio. Esse Governo serve ao povo brasileiro e aqueles que mais precisam da atenção dos governos. Essa é uma orientação que a gente tem recebido do presidente Bolsonaro, de não deixar obras paralisadas, respeitar o cidadão que contribui com seus impostos e avançar no ataque a essa questão do déficit habitacional”, afirma o ministro Rogério Marinho.

O Residencial Novo Cristo II é composto por 480 apartamentos, distribuídos em 24 blocos de cinco andares, com quatro unidades por pavimento. O empreendimento recebeu R$ 38,4 milhões em investimentos por meio do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), sendo que R$ 23,6 milhões foram repassados desde 2019, o que corresponde a 60% do total.

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Cada apartamento, com 44,56 m² de área, conta com dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço. O conjunto habitacional conta com uma escola e um posto de saúde, além de uma creche nos arredores.

Bernadete Martins Arruda é uma das pessoas que vão viver no Residencial Cristo Novo II. Ela vai se mudar para o empreendimento com os três filhos e não esconde a alegria por receber as chaves da casa nova. “Sete anos de espera por essa casa e ela vai mudar muita coisa na minha vida. É vida nova, casa nova, tudo de novo, tudo de bom. Vai melhorar tudo. A minha vida vai dar uma virada”, disse Bernadete, emocionada com a conquista.

Para o prefeito de Ananindeua, Daniel Barbosa Santos (“Dr. Daniel”), a realização do sonho da casa própria representa um novo momento para as famílias. “Agora, começa uma nova etapa. Vocês com a sua casa nova e o município vai trabalhar para que, aqui, vocês tenham uma saúde de qualidade, tenham educação de qualidade, tenham transporte de qualidade e possam criar seus filhos aqui com dignidade”, afirmou o titular do Executivo municipal.

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Casa Verde e Amarela

Empenhado em reduzir o déficit habitacional, o Governo Federal retomou obras, ampliou o programa nacional de habitação – o Casa Verde e Amarela – e rompeu, em junho deste ano, a barreira de 1 milhão de unidades entregues à população desde 2019. Apenas este ano, já foram concedidas 284,5 mil moradias.
 

Fonte: Brasil 61

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Desenvolvimento

Brasil possui R$ 411 bi para financiamento de projetos verdes por meio de bancos públicos

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Programa Nacional de Crescimento Verde busca aliar o crescimento econômico ao desenvolvimento sustentável

O Brasil possui R$ 411 bilhões disponíveis para financiamento de projetos verdes intermediados por bancos públicos federais. O valor foi estimado no período entre outubro de 2021 e dezembro de 2022, e é oferecido por Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Novo Banco do Desenvolvimento (Banco do BRICS, formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

Os dados foram apresentados pelo secretário-executivo adjunto do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Daniel Catelli, durante o II Fórum de Governança Ambiental, promovido pelo Comitê de Desenvolvimento Sustentável da Rede Governança Brasil (RGB).

“O montante de recursos que nós temos no Brasil, hoje, destinado a esse tipo de atividade é muito grande. Nós precisamos de bons projetos, de uma boa governança, para que esse recurso consiga chegar na ponta, para que o empreendedor consiga acessar esses recursos. E que consigamos de fato transformar a economia do nosso país e fazer com que essa realidade, que o Brasil vive hoje, o consolide em uma superpotência ecológica no mundo”, destacou.

Programa Nacional de Crescimento Verde

Durante o fórum, o secretário Daniel Catelli falou sobre o Programa Nacional de Crescimento Verde. Criado em 2021 pelo governo federal e gerido pelo Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima e Crescimento Verde, o programa tem os seguintes objetivos:

  • Aliar o crescimento econômico ao desenvolvimento sustentável;
  • Aprimorar a gestão de recursos naturais;
  • Criar empregos verdes;
  • Promover a conservação de florestas e a proteção da biodiversidade;
  • Reduzir as emissões de gases de efeito estufa;
  • Estimular a captação de recursos, públicos e privados, provenientes de fontes nacionais e internacionais;
  • Incentivar a elaboração de estudos e pesquisas que contribuam com os objetivos do programa.
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“Não entendemos o meio ambiente dissociado do elemento humano. O elemento humano está presente no meio ambiente e interage diretamente com ele. E precisamos criar incentivos positivos”, disse Catelli.

Segundo o secretário, até setembro, o Programa Nacional de Crescimento Verde deve estabelecer uma uniformização do conceito de projetos verdes que valha para todas as instituições financeiras. “Se não tivermos uniformização, nós não conseguimos falar a mesma língua. Nós teremos algumas instituições dizendo que um determinado projeto é verde e, em uma outra instituição, o mesmo projeto pode não ser considerado verde”.

Iniciativas

Uma das iniciativas apoiada pelo programa é a Política Nacional de Resíduos Sólidos e o Programa Nacional de Logística Reversa. As medidas buscam acelerar o encerramento de lixões e aumentar a reciclagem, para transformar o lixo em investimentos verdes.

“A Política Nacional de Resíduos Sólidos é extremamente inovadora e exitosa, no sentido de que agora nós estamos trazendo crédito de reciclagem. Estamos trazendo mais um elemento econômico importante para incentivar a reciclagem no Brasil. E esses elementos econômicos acabam estimulando a população, não apenas como algo mandatório. Queremos trazer incentivos”, afirma Catelli.

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Segundo o Ministério do Meio Ambiente, o Brasil é recordista mundial em reciclagem de latas de alumínio, com mais de 31 bilhões de latas recicladas em 2020. Do total de 402 mil toneladas produzidas naquele ano, 391 mil toneladas foram recicladas.

Outras iniciativas do programa são o Mercado de Crédito de Carbono (decreto 11.075/2022) e a Estratégia Federal de Incentivo ao Uso Sustentável do Biometano (decreto 11.003/2022). Segundo a pasta, o Brasil tem potencial para gerar de US$ 16 bilhões a US$ 72 bilhões em receitas líquidas de crédito de carbono até 2030.

Além disso, em 2021, o Ministério de Minas e Energia, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, realizou o primeiro leilão de energia gerada a partir da drenagem de gás dos resíduos sólidos (biogás e biometano), que contou com investimentos de mais de R$ 500 milhões.

Daniel Catelli também citou a Cédula de Produtor Rural Verde e a Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais. Ambas buscam incentivar a preservação de florestas e vegetação nativa, por meio de compensação financeira.

Fonte: Brasil 61

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