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Calvin Kattar diz saber pouco sobre Giga Chikadze, mas crê ter as armas para vencer-lo no UFC deste sábado

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Americano vem de uma ausência de um ano, mas garante que seu foco é em seguir vencendo para chegar à disputa de cinturão: “Nunca pedi as coisas, eu trabalhei por elas”

Uma derrota que seria vista por muitos lutadores como um marco negativo na carreira é encarada com naturalidade por Calvin Kattar. O peso-pena americano, que ficou cerca de um ano parado após perder de forma categórica para Max Holloway em sua última apresentação, vê com naturalidade o ocorrido, principalmente após estar, na sua luta seguinte, novamente em uma luta principal, desta vez contra o georgiano Giga Chikadze, no UFC deste sábado. 

– Vocês ligam muito mais para aquela luta do que eu. Ela só é um problema se você fizer dela um problema. O caminho para o sucesso tem percalços, é parte da receita desse esporte. Tive que descansar e me recuperar por seis meses. Foi o que os médicos me mandaram fazer me dando essa suspensão médica, e eu não tinha nenhuma pressa em voltar. Quando eu caio, eu caio para frente, e dessa vez caí em uma luta principal. Não gosto de fazer essas referências, mas Brian Ortega perdeu feio para Max, venceu uma boa luta contra o Zumbi Coreano e disputou o cinturão em seguida. Essas coisas acontecem no MMA. Isso aqui não é boxe. É como tomar um fora da sua namorada. Você sente, mas se recupera, parte pra outra e espera ter sucesso (risos) – brincou o lutador na coletiva de imprensa da última quarta-feira. 

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Tendo pela frente um rival ainda invicto no UFC, com sete vitórias em sete lutas e sobre quem admite saber pouco, Kattar acredita que está em um nível superior aos últimos oponentes de Chikadze, e que por isso tem boas chances de vencer. 

Calvin Kattar brincou sobre a importância que os repórteres dão à sua derrota diante de Max Holloway — Foto: Reprodução / YouTube

Calvin Kattar brincou sobre a importância que os repórteres dão à sua derrota diante de Max Holloway — Foto: Reprodução / YouTube 

– Eu sei um pouco sobre ele, mas qualquer um que vença suas sete lutas no UFC está fazendo as coisas certas. Ele achou uma forma de vencer, mas acho que eu sou rival de calibre diferente de todos os que ele enfrentou até aqui, e sei que tenho as armas para vencê-lo. Não vai ser “boxe x kickboxing”. Vai ser MMA, que tem tudo. Na minha última luta eu deveria ter mostrado um pouco mais de diversidade, especialmente quando as coisas não estavam indo muito bem na luta em pé (risos). Mas nunca se sabe o que poderia acontecer. 

As especulações sobre uma eventual substituição de Max Holloway por Giga Chikadze na disputa do cinturão contra Alex Volkanovski não afetaram em nada Calvin Kattar. O americano garantiu não ter prestado atenção em nada relativo ao assunto. 

– Essa especulação sobre mudança de desafiante ao cinturão não me incomodou, porque não controlo nada disso, então não gastei energia com essas coisas. Só posso controlar o que acontece comigo e com o meu rival durante a luta, e estar concentrado em qualquer outra coisa seria um erro muito grande. Só quero ter a minha mão erguida no fim. Eu tinha na minha cabeça ao entrar no UFC que, se eu sempre vencesse, ninguém poderia me ignorar. Meu cartel antes de entrar aqui era 16-2, e eu nunca pedi as coisas, eu trabalhei por elas. Esse é o meu pensamento. Vencer no sábado me deixará mais perto do meu objetivo, que é ter o cinturão nas minhas mãos. 

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Serviço do UFC Kattar x Chikadze

O Combate transmite o UFC Kattar x Chikadze ao vivo e com exclusividade neste sábado a partir de 18h45 (horário de Brasília). No mesmo horário, SporTV 3 e Combate.com exibem o “Aquecimento Combate” e depois as duas primeiras lutas; e o site acompanha o evento em Tempo Real. 

UFC Kattar x Chikadze
15 de janeiro de 2022, em Las Vegas (EUA)
CARD PRINCIPAL (21h, horário de Brasília):
Peso-pena: Calvin Kattar x Giga Chikadze
Peso-pesado: Jake Collier x Chase Sherman
Peso-mosca: Brandon Royval x Rogério Bontorin
Peso-mosca: Katlyn Chookagian x Jennifer Maia
Peso-leve: Dakota Bush x Viacheslav Borshchev
Peso-pena: Bill Algeo x Joanderson Tubarão
CARD PRELIMINAR (19h, horário de Brasília):
Peso-médio: Jamie Pickett x Joseph Holmes
Peso-meio–médio: Court McGee x Ramiz Brahimaj
Peso-pena: Brian Kelleher x Kevin Croom
Peso-leve: TJ Brown x Charles Rosa

(Com informações do Combate).

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Cuiabá vence o Náutico por 3 a 0 na Arena Pantanal

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O Cuiabá não tomou conhecimento do Náutico e venceu por 3 a 0, nesta segunda-feira (21.09), na Arena Pantanal, em partida válida pela 29ª rodada do Brasileirão Série B de 2026. O triunfo foi construído com um gol de Lorenzo Martins no primeiro tempo e dois de Kauan Cristtyan na etapa final, que terminou como o grande nome do confronto.

O jogo

Lorenzo Martins abriu o placar aos 33 minutos da primeira etapa. Após cruzamento de Jean Dias pelo lado esquerdo, o atacante encontrou a infiltração do companheiro no miolo da área e desviou de cabeça para o fundo da rede, colocando o Dourado em vantagem ainda na primeira etapa.

Na volta do intervalo, o Cuiabá ampliou rapidamente. Aos 7 minutos, Fábio Gomes deu um toque de calcanhar com categoria para Kauan Cristtyan, que ficou de frente para o goleiro Muriel e acertou o canto direito. Aos 18, o próprio Kauan Cristtyan aproveitou um rebote do goleiro dentro da grande área e escorou para o gol, fechando o placar em 3 a 0.

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O time da casa dominou as ações ofensivas durante todo o duelo. No primeiro tempo, chegou a 15 finalizações contra apenas 3 do adversário. Na etapa final, o número subiu para 24 contra 12, com 9 no alvo contra 3 do Náutico. O visitante até teve mais posse de bola em alguns momentos, mas esbarrou no bloqueio defensivo montado pelo Auriverde, que soube administrar a vantagem.

O Náutico ainda assustou em lances de bola parada. Jean Carlos acertou o travessão em cobrança de falta ainda na primeira etapa, no que poderia ter sido um gol olímpico, e Raúl repetiu a dose no segundo tempo, também parando no travessão em batida de longa distância.

O árbitro Raimundo Rodrigues aplicou dois cartões amarelos na partida, para Júnior Todinho e Wanderson. Fábio Gomes chegou a receber atendimento médico no primeiro tempo após sentir dores no tornozelo, mas seguiu em campo e participou diretamente da jogada do segundo gol.

Fonte: Esportes

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