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Em livro, Loco Abreu culpa Oswaldo de Oliveira por saída e sonha em voltar ao Botafogo como técnico

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Obra recorda a passagem do jogador pelo alvinegro através de depoimentos do atacante uruguaio.

Se o clássico de hoje não é o mais empolgante para o torcedor do Botafogo ou do Flamengo, e o Estadual uma competição que já não mexe tanto assim nos nervos dos jogadores, a última grande rivalidade do Carioca talvez tenha sido nas decisões entre 2007 e 2010, justamente entre os dois clubes. Depois de perder três finais consecutivas para o rubro-negro, o time de General Severino finalmente foi campeão em cima do rival. E com o histórico gol de cavadinha de Loco Abreu.

“Loco por Ti” (Editora Museu da Pelada, R$ 15,90 na versão digital e R$ 49,90 na impressa, a ser lançada em breve) é um livro que narra a passagem do atacante uruguaio pelo Botafogo, de 2010 a 2012, quando virou ídolo da torcida. Escrito em primeira pessoa através de depoimentos que Abreu deu ao jornalista Gustavo Rotstein, que cobria o clube na época, e Marcos Eduardo Neves, autor de biografias como do meia Alex e Heleno de Freitas, a obra mostra detalhes peculiares e inéditos da passagem do camisa 13 pelo Rio.

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Livro será lançado em breve Foto: Reprodução
Livro será lançado em breve Foto: Reprodução

Abreu conta, por exemplo, que o Flamengo serviu de motivação para acertar com o Botafogo. Sem clube, ele estava em dúvida entre o alvinegro e jogar o Campeonato Espanhol. Ligou para o também uruguaio Castillo, goleiro do Botafogo na época, que o contou do tri-vice para o Flamengo, e que a torcida estava engasgada com aquilo. “Foi o que eu precisava para tomar a decisão. É esse o clube que eu quero, vou lá ajudar a reverter isso”, recorda o atacante.

Loco detalha a cavadinha contra o Flamengo e a emoção de um uruguaio ser campeão no Maracanã, mas o livro vai além do Carioca de 2010 e da rivalidade com o rubro-negro. Abreu fala da sua relação conturbada, mas respeitosa com Joel Santana, se derrete por Caio Júnior, técnico que morreu no acidente aéreo da Chapecoense, em 2016, e não esconde que não gosta de Oswaldo de Oliveira, seu último treinador, a quem o jogador responsabiliza por sua saída do Botafogo, fato que diz ser um dos grandes arrependimentos da carreira.

Abreu deixa a entender que sua paixão pelo clube de General Severiano é maior até que pelo Nacional de Montevidéu, seu time do coração. E não esconde a vontade de voltar um dia, como treinador, contando que chegou a ter proposta para jogar novamente pelo clube duas vezes: na Libertadores de 2014 e no começo de 2019, já aos 41 anos. Aos 44, ele acaba de deixar o também alvinegro Athletic, de São João del-Rei-MG, onde disputou quatro jogos.

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(Com informações do Globo).

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Cuiabá vence o Náutico por 3 a 0 na Arena Pantanal

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O Cuiabá não tomou conhecimento do Náutico e venceu por 3 a 0, nesta segunda-feira (21.09), na Arena Pantanal, em partida válida pela 29ª rodada do Brasileirão Série B de 2026. O triunfo foi construído com um gol de Lorenzo Martins no primeiro tempo e dois de Kauan Cristtyan na etapa final, que terminou como o grande nome do confronto.

O jogo

Lorenzo Martins abriu o placar aos 33 minutos da primeira etapa. Após cruzamento de Jean Dias pelo lado esquerdo, o atacante encontrou a infiltração do companheiro no miolo da área e desviou de cabeça para o fundo da rede, colocando o Dourado em vantagem ainda na primeira etapa.

Na volta do intervalo, o Cuiabá ampliou rapidamente. Aos 7 minutos, Fábio Gomes deu um toque de calcanhar com categoria para Kauan Cristtyan, que ficou de frente para o goleiro Muriel e acertou o canto direito. Aos 18, o próprio Kauan Cristtyan aproveitou um rebote do goleiro dentro da grande área e escorou para o gol, fechando o placar em 3 a 0.

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O time da casa dominou as ações ofensivas durante todo o duelo. No primeiro tempo, chegou a 15 finalizações contra apenas 3 do adversário. Na etapa final, o número subiu para 24 contra 12, com 9 no alvo contra 3 do Náutico. O visitante até teve mais posse de bola em alguns momentos, mas esbarrou no bloqueio defensivo montado pelo Auriverde, que soube administrar a vantagem.

O Náutico ainda assustou em lances de bola parada. Jean Carlos acertou o travessão em cobrança de falta ainda na primeira etapa, no que poderia ter sido um gol olímpico, e Raúl repetiu a dose no segundo tempo, também parando no travessão em batida de longa distância.

O árbitro Raimundo Rodrigues aplicou dois cartões amarelos na partida, para Júnior Todinho e Wanderson. Fábio Gomes chegou a receber atendimento médico no primeiro tempo após sentir dores no tornozelo, mas seguiu em campo e participou diretamente da jogada do segundo gol.

Fonte: Esportes

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