Roraima

Polícia Civil adota nova doutrina para fortalecer atuação da inteligência policial

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A PCRR (Polícia Civil de Roraima) passa a integrar um marco histórico para a segurança pública brasileira com a consolidação da Doutrina Nacional de Inteligência de Polícia Civil. O documento estabelece, pela primeira vez, uma base própria, padronizada e específica para a atividade de inteligência no âmbito da polícia judiciária em todo o país.

A doutrina foi construída no âmbito do CONCPC (Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil), por meio do colegiado nacional de chefes de inteligência, reunindo especialistas de diversas unidades da federação.

O objetivo foi desenvolver um instrumento capaz de atender às demandas reais das polícias civis, fortalecendo a atuação investigativa com diretrizes próprias e alinhadas à sua missão constitucional.

Até então, a atividade de inteligência das polícias civis era orientada por doutrinas de outras instituições como da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), das Forças Armadas e diretrizes do MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública).

Com a nova doutrina, passa a existir uma padronização de conceitos, métodos e procedimentos voltados especificamente à produção de conhecimento e ao suporte qualificado às investigações criminais.

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O chefe do NI (Núcleo de Inteligência) da PCRR, Ricardo Pedrosa, que integrou o grupo responsável pela elaboração do documento, destacou a relevância histórica da iniciativa.

“Após décadas utilizando referências externas, a Polícia Civil passa a construir suas próprias diretrizes. Isso demonstra o amadurecimento institucional e fortalece a identidade da inteligência policial como uma atividade especializada e essencial à investigação criminal”, afirmou.

Segundo ele, a nova doutrina permitirá o desenvolvimento de manuais e protocolos próprios, mais adequados à realidade da polícia judiciária.

“No passado, utilizávamos modelos genéricos, que não atendiam plenamente às necessidades da investigação criminal. Agora, temos base para avançar na construção de procedimentos específicos, alinhados à nossa atividade-fim”, completou.

Com a implementação, as polícias civis passam a contar com um instrumento único que define fundamentos, conceitos e metodologias de atuação da inteligência, sempre em consonância com a missão constitucional de apuração das infrações penais e produção de provas.

Para o delegado-geral da PCRR, Luciano Silvestre, a consolidação da doutrina representa um avanço estratégico para a instituição e para a segurança pública.

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“A inteligência policial é uma ferramenta essencial para a elucidação de crimes e o enfrentamento à criminalidade. A construção dessa doutrina própria fortalece a atuação das polícias civis, garante maior eficiência nas investigações e resulta em respostas mais efetivas à sociedade”, destacou.

Fonte: Governo RR

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Roraima

Projeto da Sesau sobre saúde mental é destaque em congresso nacional na Bahia

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A Sesau (Secretaria de Saúde), por meio da CGAB (Coordenadoria Geral de Atenção Básica), teve um projeto voltado à saúde mental de trabalhadoras da saúde aprovado para apresentação no 5º Congresso Nacional de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde, que será realizado em maio, na Bahia.

Como parte do projeto, a Sesau realizou nesta semana uma vivência prática, com foco inicial nos profissionais da própria secretaria, reforçando o compromisso com a promoção de ambientes de trabalho mais saudáveis e acolhedores. A proposta também busca ampliar essas ações para outros setores da rede estadual de saúde.

“O nosso tema vai ser Saúde Mental, Roda de Escala Pés e Mulheres Trabalhadoras da Saúde no Estado de Roraima, como exemplo de práticas exitosas no cuidado dos trabalhadores. Essa participação no congresso vai reforçar o compromisso da Secretaria de Saúde em ampliar e qualificar as práticas integrativas e complementares de saúde, valorizando as ações humanizadas e promovendo os ambientes de trabalho mais saudável, acolhedores, equilibrados”, afirmou a gerente do Núcleo de Ações Programáticas e Saúde da Pessoa Negra e representante estadual das práticas integrativas, Silvana de Amorim.

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As práticas integrativas também vêm sendo fortalecidas nos municípios, com a ampliação de ações já desenvolvidas nas UBS (Unidades Básicas de Saúde). Entre as iniciativas, destacam-se técnicas como a auriculoterapia e outras abordagens de autocuidado que ajudam a reduzir quadros de estresse e ansiedade, especialmente nos estágios iniciais, além de promover conforto e qualidade de vida.

“Temos que valorizar essa questão das práticas na saúde, porque ela traz esse conforto, alívio, e tira essa ociosidade da população, que muitas vezes a gente espera muito tempo, talvez por um psiquiatra ou um psicólogo. O hábito de tomar um bom chá ao final da tarde, já quando vai adormecer, tomar um chazinho de camomila, fazer um aroma no ambiente onde você vai descansar. São muitas as possibilidades de práticas integrativas para poder melhorar na saúde”, pontuou.

A expectativa é que o projeto seja expandido gradualmente, alcançando outras unidades da rede, contribuindo para um cuidado mais humanizado tanto para profissionais quanto para usuários do SUS.

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“É muito importante as práticas integrativas e complementares em saúde, como uma possibilidade de abandonar o excesso de medicamentos que a sociedade normalmente faz uso, e entender que existem outros métodos para recuperar a saúde. Uma boa caminhada, uma boa reflexão, meditação, controlar o estresse através da sua respiração”, destacou Silvana.

Fonte: Governo RR

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