Roraima

Polícia Civil participa da XXII Assembleia das Mulheres Indígenas e amplia diálogo sobre proteção e direitos

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A aproximação entre instituições e comunidades é fundamental para fortalecer a confiança nos canais de denúncia e garantir respostas mais rápidas e eficazes

A PCRR (Polícia Civil de Roraima), representada pela diretora do DPJC (Departamento de Polícia Judiciária da Capital), delegada Francilene Vargas Hoffman, participou nesta sexta-feira, 8, da XXII Assembleia Geral das Mulheres Indígenas de Roraima, promovida pela Omir (Organização das Mulheres Indígenas de Roraima).

O evento foi realizado na comunidade indígena Barata, no município de Alto Alegre, e reuniu representantes de mais de 200 comunidades indígenas para discutir o fortalecimento da união em defesa dos direitos territoriais e do protagonismo das mulheres indígenas em Roraima.

Durante a programação, a PCRR apresentou ações voltadas ao enfrentamento da violência contra mulheres indígenas, abordando temas como combate à violência doméstica, incentivo à denúncia, defesa de direitos, acolhimento e promoção de justiça.

Além da Polícia Civil, participaram lideranças indígenas de diversas etnias, representantes do Departamento de Mulheres do CIR (Conselho Indígena de Roraima), da Anmiga (Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade), da Umiab (União das Mulheres Indígenas da Amazônia Brasileira), da Funai-RR (Fundação Nacional dos Povos Indígenas), do TJRR (Tribunal de Justiça de Roraima), da Sesp (Secretaria de Segurança Pública), do MPF (Ministério Público Federal), da DPE-RR (Defensoria Pública do Estado de Roraima), da CBM (Casa da Mulher Brasileira), da OIM (Organização Internacional para as Migrações), entre outros órgãos e instituições.

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Durante sua participação, a delegada Francilene Vargas Hoffman destacou que um dos principais desafios enfrentados no combate à violência nas comunidades indígenas é a dificuldade de as denúncias chegarem aos órgãos responsáveis.

Segundo ela, o fortalecimento da atuação conjunta entre lideranças indígenas, Funai e instituições públicas é fundamental para garantir que casos de violência sejam formalizados e devidamente encaminhados para investigação.

“Uma das soluções apresentadas foi ampliar a atuação da Funai junto às lideranças das comunidades, para que, de forma integrada, denúncias e informações sobre crimes cheguem com mais facilidade à polícia”, explicou.

A delegada também ressaltou que a Polícia Civil está à disposição para atender vítimas de violência, oferecendo suporte humanizado, acessível e comprometido com a proteção das mulheres indígenas. Segundo ela, a aproximação entre instituições e comunidades é fundamental para fortalecer a confiança nos canais de denúncia e garantir respostas mais rápidas e eficazes.

Ao final, a delegada-geral da PCRR, Simone Arruda do Carmo, destacou a importância da presença institucional em espaços de escuta e construção coletiva, ressaltando que o diálogo com os povos indígenas contribui para o fortalecimento de políticas públicas mais eficazes e inclusivas.

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Fonte: Governo RR

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Roraima

Servidoras do Detran-RR destacam orgulho e compromisso com a sociedade

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Elas lidam com os desafios de educar os filhos enquanto cumprem funções essenciais para a Instituição

Entre atendimentos e responsabilidades, mães que trabalham no Detran-RR (Departamento Estadual de Trânsito de Roraima) se dividem entre duas missões: cuidar da família e contribuir para um serviço público de qualidade. Para essas mulheres, a maternidade não se separa do trabalho, mas o transforma pela dedicação e sensibilidade.

Atuando nos mais diversos setores do Departamento, elas lidam com os desafios de educar os filhos enquanto cumprem funções essenciais para a instituição. E é justamente a experiência de ser mãe que, segundo elas, reforça o compromisso com o atendimento ao público.

A servidora Márcia Gabrielli Queiroz é mãe de Ana Cristini, de seis anos de idade, e Mariana, com três anos de idade. Ela conta que a maternidade mudou a forma como enxerga o próprio trabalho.

“Trabalhar neste Departamento me faz sentir que estou contribuindo com a educação e a segurança no trânsito. Pensando no futuro das minhas filhas, tenho uma responsabilidade ainda maior em ajudar com um trânsito mais humano e seguro, além de proporcionar um crescimento profissional e pessoal, fazendo com que eu me torne uma mãe ainda mais motivada a fazer um trabalho que impacta tanto a vida das pessoas”, afirmou Márcia, que é chefe da Divisão de Cadastro e Registro de Veículos.

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Para Nathalia Tomé, mãe de Thaíssa, 18 anos, e Elisa, 10, o Detran representou uma virada. Ela recebeu a convocação do concurso no oitavo mês da segunda gestação, quando trabalhava no setor privado em meio a um ciclo de demissões.

“Quando tomei posse no concurso do Detran eu estava no oitavo mês da minha segunda gestação, em um momento de instabilidade porque, antes, eu trabalhava numa empresa privada e estava num processo bem estável de mudanças, de constantes demissões. E foi exatamente nesse momento que fui chamada para tomar posse”, explicou.

A estabilidade abriu espaço para planejar o futuro. “Foi uma bênção de Deus na minha vida. Eu amo meu trabalho e o que faço. Servir as pessoas com seriedade e qualidade é algo que me traz satisfação. Hoje as minhas filhas já estão com 18 e 10 anos e consigo traçar planos, fazer viagens, usufruir de momentos felizes, que são frutos do meu trabalho, o que faz com que eu possa também ter tempo para cuidar do meu bem maior, que é a minha casa, a minha família”, destacou Nathalia.

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Riana da Silva Gato, mãe de Filipi, 16 anos, e Jhully, 12, atua no setor administrativo do Detran-RR e ressalta a importância de um ambiente de trabalho acolhedor. “Como mãe e servidora posso dizer que essa experiência tem sido muito importante para minha trajetória pessoal e profissional. Mesmo atuando nos bastidores, sei que nosso trabalho é essencial para que todos os serviços funcionem com organização, eficiência e responsabilidade”, disse.

Para ela, que atua na Diretoria de Controle de Veículos e Condutores, o compromisso com o trabalho ganha outro significado quando visto pelos filhos. “Aprendi a valorizar ainda mais o trabalho em equipe e a importância de atender a população com respeito e dedicação.

Como mãe, isso ganha um significado ainda maior, porque penso no exemplo que deixo para os meus filhos: o de uma mulher comprometida, responsável e que busca fazer a diferença através do trabalho”, relatou.

Fonte: Governo RR

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