Saúde

Brasil tem 80,35% da população vacinada com ao menos a primeira dose contra covid

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O número de pessoas que receberam ao menos a primeira dose de vacinas contra covid-19 chegou nesta segunda-feira, 28, a 172.606.036, o que corresponde a 80,35% da população. Já com duas doses ou dose única, agora são 155.168.678 de habitantes do País, o equivalente a 72,23% do total.

Vacinação contra a covid-19 Felipe Rau/Estadão Vacinação contra a covid-19

O Brasil registrou a aplicação de 715,1 mil novas doses de vacinas contra o coronavírus nas últimas 24 horas, conforme dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 26 Estados e Distrito Federal. Foram administradas nesta segunda 153.346 primeiras doses, 208.470 segundas doses, 2.116 doses únicas e 351.191 doses adicionais.

Ao todo, 64,4 milhões de pessoas já foram vacinadas com doses de reforço. Podem tomar a terceira dose pessoas que receberam a segunda dose há ao menos quatro meses. Não há informações, porém, sobre quantas pessoas já estariam aptas a receber essa aplicação e que ainda não buscaram os postos.

As quartas doses, por sua vez, são indicadas pelo Ministério da Saúde apenas para pessoas imunossuprimidas, com 12 anos ou mais, que também já foram vacinadas com a última aplicação há mais de quatro meses.

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Segundo os dados reunidos pelo consórcio, 8,9 milhões de crianças de 5 a 11 anos (ou 43,34% do total) já tomaram a primeira dose da vacina contra a covid-19.

Em termos proporcionais, São Paulo é o Estado que mais vacinou a população: com ao menos a primeira dose, são 88,11% dos habitantes. Já 81,03% receberam duas doses ou dose única da vacina anticovid.

( Com informações: Estadão )

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Brasil e México avançam na cooperação em saúde entre os dois países

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Durante visita ao México nesta segunda-feira (21), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e membros da comitiva técnica brasileira reuniram-se com o secretário de Saúde do país, David Kershenobich, para discutir o fortalecimento da cooperação entre os dois países na área da saúde. Entre os temas tratados está o aprofundamento do acordo entre a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Comissão Federal para a Proteção contra Riscos Sanitários (Cofepris), que prevê agilizar o registro de medicamentos no México a partir das avaliações realizadas pela agência brasileira.

“Um ponto muito importante para nós é o acordo que vem sendo construído entre a Anvisa e a agência mexicana. Queremos avançar cada vez mais na reciprocidade e em regras sanitárias e regulatórias comuns e criar um ambiente em que a produção nacional possa crescer nos dois países”, disse Padilha.

ministro Comitiva brasileira no México.jpg
Foto: Walterson Rosa/MS 

O instrumento prevê, por iniciativa unilateral da autoridade mexicana, uma via regulatória mais rápida baseada nas avaliações e decisões da Anvisa. Na prática, a autoridade mexicana passa a reconhecer formalmente as decisões da Anvisa no registro de medicamentos: se a Anvisa já aprovou um medicamento no Brasil, o México pode usar essa análise como base para acelerar seu próprio registro, em vez de refazer todo o processo. O prazo máximo para a decisão da autoridade mexicana passa a ser de 45 dias úteis.

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A medida estabelece parâmetros para a cooperação regulatória entre as duas agências. Desde 2025, a Cofepris considera a Anvisa como autoridade de referência em processos relacionados ao registro e à inspeção de dispositivos médicos, além do reconhecimento já existente na área de inspeção de medicamentos. As medidas permitem o aproveitamento de avaliações regulatórias realizadas pela agência brasileira em processos conduzidos no México.

Parceria Anvisa e Cofepris

Em agosto do ano passado, durante missão ao país, foi assinado um novo memorando de entendimento entre as agências, com medidas de cooperação regulatória.

Em abril de 2026, o secretário de Saúde do México, David Kershenobich, visitou o Brasil acompanhado do comissionado da Cofepris. Na ocasião, foram discutidos aspectos relacionados ao reconhecimento das avaliações realizadas pela Anvisa.

Em 2 de setembro, a Cofepris publicou novas diretrizes para medicamentos, que preveem uma via de registro no México baseada nas análises da Anvisa, com prazo de decisão de até 45 dias úteis, desde que atendidos os requisitos estabelecidos.

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Comitiva brasileira no México

Até 23 de setembro, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e outros integrantes do Ministério da Saúde cumprem missão oficial no México para dar seguimento ao Memorando de Entendimento em saúde, assinado em Brasília em 8 de abril.

A agenda inclui a apresentação do Plano de Trabalho Brasil–México 2026–2027, a cooperação regulatória entre Anvisa e Cofepris, a cooperação em vacinas de mRNA entre Fiocruz e Birmex e o diálogo entre os setores produtivos dos dois países.

A experiência brasileira com o Sistema Único de Saúde (SUS) também integra a agenda. O México trabalha na construção de um sistema universal de saúde e tem interesse em conhecer o modelo brasileiro. Com cerca de 133 milhões de habitantes, o país estrutura um sistema que, quando implantado, será o segundo maior sistema público de saúde do mundo, atrás do SUS.

Minane Ribeiro
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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