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Alta do dólar obriga companhia aérea brasileira a suspende voos em mais 3 cidades

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Aeronave Cessna Grand Caravan
Divulgação Azul

Aeronave Cessna Grand Caravan




Já chega a 8 o número de cidades brasileiras que terão voos cancelados pela Azul Conecta, empresa de voos regionais da Azul Linhas Aéreas. A suspensão é resultado do aumento dos custos operacionais da aviação, impactados pela crise global na cadeia de suprimentos e a alta do dólar. As cidades que irão ficar sem voos são Paranaíba, no Piauí, e Correia Pinto, em Santa Catarina.

Também deixará de ter voos comerciais a cidade de São Raimundo Nonato, no Piauí. O município é atendido pela Azul Linhas Aéreas em aeronaves ATR-72 que transportam até 70 passageiros. os voos diretos para  o Recife ssão às terças, quintas e sábados.

A cidade de Parnaíba perderá a ligaçao sem escala com Jericoacoara, no Ceará. Os voos nas 8 cidades serão suspensos a partir de 10 de março. Na quarta-feira (8/1) essa coluna divulgou na quarta=feira (8/1), A Azul Conecta decidiu suspender as operações nas cidades Crateús (CE), São Benedito (CE), Mossoró (RN) Sobral (CE) e Iguatú (CE). Os passageiros destas cidades poderão pedir rembolso integral dos valores pagos.

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Aviões com apenas 9 assentos

Com o encerramento dos voos, a partir de 10 de março, a Azul Conecta terá operações em 43 cidades.  A empresa tem uma frota única de aeronaves Cessna Grand Caravan que transportam 9 passageiros e 2 tripulantes. São 27 modelos na frota da Azul Conecta.

A aeronave Cessna Grand Caravan tem um custo operacional alto para a Azul em função limitada no número de passageiros. O segundo menor avião da frota da companhia, o ATR-72, tem 70 assentos.

Leia comunicado da Azul sobre a suspensão dos voos

A Azul informa que está sempre avaliando as possibilidades e necessidades de mercado e, consequentemente, mudanças fazem parte do planejamento operacional. Como empresa competitiva, a companhia reavalia constantemente as operações em suas bases, como parte de um processo normal de ajuste de capacidade à demanda.

Sendo assim, a companhia anuncia que irá suspender as operações em algumdad cidade a partir do dia 10 de março devido a uma série de fatores que vão desde o aumento nos custos operacionais da aviação, impactados pela crise global na cadeia de suprimentos e a alta do dólar, somadas às questões de disponibilidade de frota e de ajustes de oferta e demanda.

Importante ressaltar que os Clientes impactados receberão a assistência necessária, conforme prevê a resolução 400 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).




Fonte: Turismo

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Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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