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Cadeg é mercadão imperdível na zona norte do Rio de Janeiro

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Cadeg é mercadão imperdível na zona norte do Rio de Janeiro
Maurício Brum

Cadeg é mercadão imperdível na zona norte do Rio de Janeiro

Mais conhecido pela sigla Cadeg pelos cariocas, o antigo Centro de Abastecimento do Estado de Guanabara é o “Mercadão” do Rio de Janeiro. O espaço de 100 mil m² é destino certo para quem busca comprar desde hortifruti e produtos frescos até flores e bebidas.

Para os turistas, as opções gastronômicas do Cadeg são uma atração e tanto: 28 restaurantes ocupam o segundo pavimento do Mercado Municipal. Em datas especiais, como a Páscoa, Dia de São Jorge e o aniversário do Cadeg, no mês de janeiro, costumam acontecer festivais e shows.

O Mercado Municipal foi inaugurado em 1962 e é tombado como Patrimônio Oficial da capital carioca. Fica aberto 24 horas por dia – embora o funcionamento das lojas seja independente, então é importante conferir o horário para não perder a viagem.

Aos sábados, os preços dos mais de 700 estabelecimentos do Cadeg costumam ser promocionais. De lembrancinhas do Rio até frutas “exóticas”, a variedade do Mercadão torna ele o lugar certo para bater perna e ver um lado menos turístico, mas não menos interessante.

Festivais Gastronômicos

Vale a pena conferir a programação de festivais e programar um roteiro gastronômico pelo Cadeg. Entre julho e agosto, o Festival de Inverno traz pratos a preços promocionais junto de feiras de moda, música, exposições e palestras.

Na primavera, outro festival da estação costuma acontecer no local. Um clássico é o Festival Mesa Santa, que ocorre na Páscoa e atrai com as opções de bacalhau, frutos do mar, vinhos e azeites. Em abril, o Dia de São Jorge é marcado por feijoadas.

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Feira de Antiguidades

Embora várias das lojas do Cadeg fechem as portas aos domingos, a Feira de Antiguidades é uma ótima alternativa para quem tem este como único dia livre para conhecer o local. Colecionadores ou turistas interessados em levar uma lembrancinha para casa podem passear pelas bancas de expositores de relíquias e objetos vintage.

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Mercado das Flores

Para quem busca plantas e flores bonitas a bons preços, a dica é madrugar no Mercadão. O ponto funciona de segunda à sábado das 4h às 12h, com exceção das quintas-feiras e datas especiais, quando abre às 2h. Se a ideia é decorar a casa ou organizar algum evento, o comum é chegar logo cedo para aproveitar as melhores opções. Saiba mais .

Cantinho das Concertinas

Os bolinhos e pastéis de bacalhau são carro-chefe do restaurante de estilo lusitano Cantinho das Concertinas . Além de agradar o paladar, aos sábados o restaurante torna-se uma atração para os fãs de música tradicional portuguesa. As apresentações ao vivo acontecem a partir das 13 horas. De terça a sábado, o restaurante abre das 8h às 16h30.

Barsa

Outro restaurante clássico do Cadeg é o Barsa . O cardápio tem inspiração na culinária colonial e oferece opções como bacalhau rei, arroz de pato, galinha ao molho pardo e feijoada. Aos domingos, há música ao vivo. O horário de funcionamento vai das 11h às 16h de segunda a quinta-feira e das 11h às 17h de sexta a domingo.

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Costelão do Cadeg

Para quem prefere as carnes aos frutos do mar, o Mercadão também oferece opções de pratos assados na brasa. O restaurante Costelão funciona diariamente das 11h30 às 17h. O cardápio inclui – claro – costela com pão de alho, risoto de costela, churrascada com vários tipos de carne e galeto. Mas também há as tradicionais opções com peixes típicas do Cadeg, como a moqueca de filé de dourado e outros pratos de bacalhau.

Como chegar no Cadeg

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O Cadeg fica no bairro de Benfica, na rua Capitão Félix. Há estacionamento no local, mas para quem está visitando a cidade, opções de linhas de transporte pública tem pontos próximos ao Mercadão.

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De metrô, a linha 2 chega até a Estação São Cristóvão, de onde é possível pegar um ônibus para completar o trajeto. Diversas outras linhas de ônibus vão até o Cadeg, dependendo do ponto de partida.

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Fonte: Turismo

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Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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