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Chicago: visitamos o maior Starbucks do mundo

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Chicago: visitamos o maior Starbucks do mundo
Bárbara Ligero

Chicago: visitamos o maior Starbucks do mundo

A Starbucks Reserve Roastery ocupa um prédio de cinco andares em uma das esquinas da Magnificent Mile , a principal região de compras de Chicago . Mas não é a fachada, e sim o cheiro de café, que faz as cabeças virarem em direção à maior unidade do mundo da Starbucks. Isso porque a loja-conceito, inaugurada em novembro de 2019, possui no térreo uma máquina que se encarrega de torrar os grãos que darão origem às bebidas servidas no local.

Starbucks Reserve Roastery, Chicago, Estados Unidos
Do outro lado da rua, já dava para sentir o cheirinho de café Choose Chicago/Divulgação

Ver o processo acontecendo diante dos olhos é apenas um dos elementos que diferenciam essa unidade de tantas outras por aí. O espaço interno de 3.200 m² tem como ponto focal uma coluna revestida de bronze, de 17 metros de altura, que transporta os grãos de café entre os andares. A minha atenção, porém, foi roubada pela escada rolante em curva que fica em torno dela: até então, eu nunca tinha visto uma escada rolante que não fosse reta.

Starbucks Reserve Roastery, Chicago, Estados Unidos
No primeiro andar, visitantes acompanham a torra dos grãos de café Starbucks/Divulgação
Starbucks Reserve Roastery, Chicago, Estados Unidos
Escada rolante em curva: só eu achei incrível? Starbucks/Divulgação

Além da máquina de torrefação, o primeiro andar exibe uma porção de produtos da Starbucks, que vão de copos térmicos e cafeteiras a sacos de cafés especiais feitos com grãos de países como Costa Rica, Honduras, Tanzânia e Uganda. No térreo também há um balcão vendendo comes e bebes, mas vale mais a pena deixar para fazer o seu pedido no segundo andar, onde o menu é mais completo e há mais lugares para se sentar.

Starbucks Reserve Roastery, Chicago, Estados Unidos
Primeiro andar: produtos variados da marca e balcão vendendo cafés e sanduíches Bárbara Ligero/Viagem e Turismo

Ali fica uma cafeteria de inspiração italiana, com grandes fornos de ferro de onde saem fatias de pizza (a partir de US$ 8,50) e também as focaccias e ciabattas, que são recheadas e transformadas em sanduíches (a partir de US$ 9). As opções, que não podem ser encontradas em lojas comuns da Starbucks, incluem ainda avocado toasts (US$ 9,50) e ovos no purgatório (US$ 11,50).

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No balcão de doces, mais tentações. Algumas são italianíssimas – caso do tiramisù (US$ 11,50), do cannoli (US$ 7) e do brioche com creme de mascarpone sabor café (US$ 10,50) – e outras, tipicamente norte-americanas – como o brownie (US$ 9,50) e o cheesecake (US$ 11,50).

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Starbucks Reserve Roastery, Chicago, Estados Unidos
Avocado toast em diferentes versões e ovos no purgatório Bárbara Ligero/Viagem e Turismo
Starbucks Reserve Roastery, Chicago, Estados Unidos
Doces tentações Bárbara Ligero/Viagem e Turismo

Cheguei bem no horário do café da manhã e havia uma fila considerável, de forma que levou uns vinte minutos para fazermos o pedido. A espera valeu a pena: nos deliciamos com os croissants recheados de presunto e queijo (US$ 9), o cookie com gotas de chocolate (US$ 3,50) e o cornetto recheado com creme de avelã (US$ 5). Tudo com uma qualidade muito superior ao que é vendido nas lojas normais da Starbucks. Para beber, fomos de latte (US$ 7) e capuccino (US$ 7), que também pareceram menos aguados do que o padrão da rede.

Starbucks Reserve Roastery, Chicago, Estados Unidos
Café da manhã dos campeões Bárbara Ligero/Viagem e Turismo

Há opções de bebidas mais criativas, desenvolvidas especialmente para o Starbucks Reserve Roastery , na cafeteria experimental do terceiro andar. É o caso, por exemplo, do Oleato Golden Foam (US$ 8,50), café gelado adoçado com xarope de baunilha e finalizado com uma espuma de infusão de azeite de oliva. Também há milkshakes feitos com café (a partir de US$ 13) e affogatos (US$ a partir de 9,50), sobremesa que consiste em uma bola de sorvete servida com uma dose de café. O espaço no terceiro andar também realiza degustações de cafés especiais (a partir de US$ 13).

Starbucks Reserve Roastery, Chicago, Estados Unidos
Terceiro andar tem carinha de laboratório Starbucks/Divulgação

O quarto andar, por sua vez, é um bar de drinques, em sua maioria feitos com café. O espresso martini (US$ 16) não poderia faltar, mas há também coquetéis inventivos como o Boulevardier (US$ 18), que leva whiskey, Campari, xarope de baunilha e bitter de lavanda. Mesmo sem café, outros clássicos como Aperol Spritz (US$ 14), Manhattan (US$ 14) e Old Fashioned (US$ 14) fazem parte do menu.

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Por fim, o rooftop tem mesas ao ar livre e vista para a Magnificent Mile . Há inclusive uma visão lateral do John Hancock Building, onde fica o mirante 360 Chicago . Se quiser comer ao ar livre, a dica é subir de elevador direto para o rooftop, evitando pegar a escada rolante com a bandeja na mão.

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Starbucks Reserve Roastery, Chicago, Estados Unidos
Vista do terraço: o prédio com duas antenas é o John Hancock BuildingJohn Hancock Building Bárbara Ligero/Viagem e Turismo

Em tempo: ainda que menores, existem outras versões da Starbucks Reserve Roastery em Nova York, Seattle, Milão, Shanghai e Tóquio . Saiba mais aqui.

Serviço

Onde? 646 Michigan Avenue – Chicago.

Quando? De segunda a quinta-feira, das 8h às 20h, e de sexta-feira a domingo, das 8h às 21h30.

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Fonte: Turismo

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Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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