Turismo

MTur e CNT manifestam pesar pelo falecimento de Marta Feitosa

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O Ministério do Turismo (MTur) e o Conselho Nacional de Turismo (CNT) manifestam profundo pesar pelo falecimento de Marta Feitosa, uma das profissionais mais dedicadas e relevantes para o fomento do turismo e do desenvolvimento urbano no Brasil.

Com uma notável trajetória de mais de 15 anos, incluindo passagens de destaque pelo Ministério do Turismo e pela Embratur, Marta consolidou um legado inestimável na administração pública. Durante sua atuação em nossas instituições, ocupou posições estratégicas de liderança, coordenando ações de marketing e eventos fundamentais para a estruturação e promoção dos destinos nacionais.

Atualmente, como responsável técnica pela área de turismo na Confederação Nacional de Municípios (CNM), mantinha sua firme capacidade de articulação institucional. Seu trabalho era pautado pela defesa do fortalecimento do turismo nos municípios e pela promoção do desenvolvimento sustentável em todo o território nacional.

O turismo brasileiro despede-se de uma profissional de excelência, uma líder inspiradora e uma valorosa parceira. Sua dedicação, competência e compromisso com o Brasil permanecerão como exemplo para todo o setor.

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Neste momento de luto, expressamos nossas mais sinceras condolências aos familiares, amigos e colegas de trabalho, desejando conforto e serenidade para enfrentar esta perda irreparável.

Gustavo Feliciano
Ministro de Estado do Turismo e Presidente do Conselho Nacional de Turismo (CNT)

Fernanda Norat
Ministra Substituta do Turismo

Augusto Lira da Rocha
Secretário-Executivo do Conselho Nacional de Turismo (CNT) e Secretário Nacional de Políticas de Turismo (SNPTur) do Ministério do Turismo

Carlos Henrique Menezes Sobral
Secretário Nacional de Infraestrutura, Crédito e Investimentos no Turismo (SNINFRA) do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Turismo

Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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