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Saiba tudo sobre o trem que leva turistas mineiros para o Espírito Santo

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O trem circula todos os dias
Divulgação Vale

O trem circula todos os dias




Nos meses de dezembro, janeiro, julho e nos feriados prolongados, as praias do Espírito Santo, pincipalmente a de Guarapari, são “invadidas” pelos mineiros. A maior parte dos turistas viaja para as cidades capixabas no trem Viória/Minas, o único de passageiros que circula todos os dias no Brasil.

O trem leva em seus vagões mais de mil pessoas entre os estados de Minas Gerais e do Espírito Santo. A procura por viagens é tão grande que nos feriados prolongados e nas férias de janeiro é difícil encontrar vaga no trem se a compra das passagens for de última hora.

O trem parte todos os dias às 7 horas da Praça da Estação, em Belo Horizonte, e percorre 664 km até Pedro Nolasco, em Cariacica, na Grande Vitória. As saídas do Espírito Santo também são às 7 horas. São 30 pontos de embaque e desembarque nas cidades mineiras e capixabas.



Serviço de bordo

O trem atende a 42 municípios que ficam nos arredores dos seus trilhos. Entre as cidades atendidas pelo trem estão Governador Valadares e Ipatinga, no Leste de Minas Gerais. A viagem completa dura cerca de 12 horas, e no trajeto o passageiro se encanta com as paisagens que podem ser apreciadas pelas janelas de vidro dos vagões. A composiçao tem ainda um vagão exclusivo para cadeirantes equipado com ar-condicionado.

Interior da classe executiva
Divulgação Vale

Interior da classe executiva









Valor das passagens 

O trem tem vagões na classe executiva com passagens que custam de Belo Horizonte até Cariacica R$ 116. Na classe econômica o passageiro vai pagar pelo trajeto completo R$ 81. A Vale garante em cada viagem uma gratuitade para idosos com mais de 60 anos com renda de até dois salários mínimos Saiba mais detalhes sobre a gratuidade AQUI.

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Cada pessoa pode levar gratuitamente uma mala e uma bolsa de mão com peso máximo de 32 quilos. Durante todo o trajeto os passageiros co ntam com serviço de bordo que incluem a venda de lanches e bebidas em carrinhos que circulam pelos corredores. O

O trem Vitória/Minas tem ainda um vagão restaurante, com janelas de vidros amplas, onde o passageiro poderá tomar o café da manhã ou almoçar, e apreciar as montanhas de Minas Gerais, além das paisagens às margens dos rios que cortam os dois estados.

No tem é proibido fumar e fazer uso de bebida alcoólica. As passagens são vendidas com 45 dias de antecedência pelo site da Vale. A empresa criou uma linha telefônica gratuita para dar informações sobre o trem: 0800 285 7000.



Fonte: Turismo

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Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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