Agronegócio

A Embrapa Pantanal disponibiliza livro com informações sobre as plantas encontradas no bioma Pantanal

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A Embrapa Pantanal disponibiliza o livro “Plantas do Pantanal”, na versão on-line. É um compêndio obrigatório na biblioteca de todos aqueles que se dedicam ao estudo e ao manejo das plantas que ocorrem no Pantanal. A relíquia pantaneira foi publicada em 1994.

O presente Guia reúne informações básicas e fotografias de 520 espécies, entre as quais estão as plantas mais importantes para o homem e a fauna. Apresenta nomes científicos e vulgares, em linguagem acessível, sobre a utilização regional (Etnobotânica) e potencial dos vegetais, por exemplo, apícolas, forrageiras, frutíferas, isca de peixe, madeireiras, medicinais, ornamentais, etc. Além da etimologia científica e comum, são apresentados hábito, épocas de floração e frutificação, ocorrência (tipos de vegetação e de solo) e distribuição geográfica das espécies, bem como breves observações sobre ecologia e, eventualmente, cultivo.

O Pantanal é um bioma fantástico e atrai a atenção de ambientalistas, curiosos, estudiosos, investidores, pecuaristas e turistas, graças à pujança e ao estado de conservação de seus recursos bióticos. As fotografias, além de expressarem a beleza das espécies, falam mais do que as palavras e facilitam o trabalho de identificação de maneira comparativa. A simplicidade da linguagem leva ao entendimento rápido e não exige a sabedoria do botânico ou do iniciado em ciências biológicas para apreender e usufruir dos conhecimentos apresentados.

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“Plantas do Pantanal” pode ser apontada como uma das obras mais marcantes e inesquecíveis da bibliografia pantaneira.A coleta das plantas, a identificação, as fotografias, a secagem e montagem das exsicatas, a preservação do material herborizado, a pesquisa bibliográfica, a coleta de informações locais transmitidas na linguagem pantaneira e as observações e experiências pessoais foram os caminhos sabiamente trilhados pelos autores para a elaboração do livro.

Para acessar o documento, clique aqui

Fonte: Embrapa

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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