Agronegócio

China autoriza milho e soja transgênicos pela primeira vez

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A China emitiu licenças para 26 empresas brasileiras, autorizando produzir e comercializar sementes de milho e soja geneticamente modificadas.

A iniciativa, destacada pelo Ministério da Agricultura e Agricultura Rural chinêz, visa diminuir a dependência do país por importações desses grãos. Entre as companhias licenciadas estão a Beijing Dabeinong Technology e a China National Seed, parte do Grupo Syngenta, com operações nas principais regiões agrícolas, como Hebei e Mongólia Interior.

Essa concessão marca a primeira vez que empresas chinesas receberam autorização para o cultivo comercial de transgênicos no país, de acordo com informações do Instituto de Co-Inovação GLOCON Agritech.

A China é o maior importador mundial de milho e soja, comprando cerca de 100 milhões de toneladas anualmente, sobretudo do Brasil e dos Estados Unidos. Com a adoção de sementes geneticamente modificadas, espera-se que o país aumente a produtividade agrícola e reduza a necessidade de importações.

Testes em larga escala conduzidos pela China mostraram resultados positivos para a segurança e eficácia das sementes transgênicas. Segundo fontes do setor, produtores chineses planejam expandir o plantio de milho geneticamente modificado para cerca de 670 mil hectares em oito províncias até 2024, o que representa mais que o dobro da área cultivada em 2023.

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Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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