Agronegócio

Congresso Brasileiro de Algodão reúne interessados no fortalecimento da cotonicultura nacional

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Ao longo de três dias, no período de 16 a 18 de agosto, aconteceu em Salvador (BA), o 13º Congresso Brasileiro do Algodão (CBA). O congresso promovido pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), com apoio científico da Embrapa, reuniu 2.477 congressistas, entre eles: produtores, pesquisadores, profissionais do campo e indústrias ligadas à cadeia produtiva do algodão.

O congresso teve como tema ‘Algodão brasileiro: desafios e perspectivas no novo cenário mundial’ e abordou as principais demandas do setor algodoeiro após a pandemia. A meta da Abrapa é tornar o Brasil o maior exportador mundial de algodão até 2030. E para isso, vai apostar na sustentabilidade da pluma nacional como uma estratégia para conquistar o mercado externo.

Os pesquisadores da Embrapa Agropecuária Oeste, Fernando Mendes Lamas, Guilherme Lafourcade Asmus e Júlio Cesar Salton, participaram do evento.

Fernando está se dedicando a esse evento desde o ano passado, pois contribui com as atividades pré-evento, como membro da comissão científica que trabalhou na organização do evento. Ele coordenou ainda dois painéis, o primeiro deles , aconteceu no dia 16 de agosto, das 14h15 às 15h45, intitulado: “Ambiente de produção como estratégia para aumentar a eficiência produtiva”, que contou com a participação de Severo Amoreli Filho, da Fazenda São Francisco, falando sobre os fatores que interferem na produtividade; de Renato Roscoe, falando sobre ambiente de produção como estratégia para maximizar a produtividade e do engenheiro agrônomo Leandro Zancanaro abordando os manejo nutricional do algodoeiro e ambientes de produção, com enfoque no uso do nitrogênio. Saiba mais: O ambiente como estratégia para aumentar a eficiência produtiva.

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O segundo painel, coordenado por Fernando, aconteceu no dia 17 de agosto, das 16h45 às 18h15 e teve como título “Um olhar sobre os avanços na gestão operacional das fazendas”. Esse painel contou com a presença do engenheiro agrônomo Luiz Alberto Moraes Novaes, que falou sobre como avaliar a gestão operacional de uma propriedade rural; na sequência Leocyr Lazarete Júnior, da Masutti, abordou o exemplo da gestão operacional no grupo Masutti (Campo de Júlio/MT) e, finalmente, o engenheiro agrícola Paulo Herrmann falou sobre como a indústria contribui para a gestão operacional das fazendas.

Fernando também fez parte da comissão julgadora dos trabalhos científicos apresentados no Congresso. Saiba mais: Conheça os trabalhos científicos premiados nessa edição do 13º CBA.

O pesquisador Guilherme Asmus, foi um dos palestrantes do painel, intitulado “Convívio e avanços no manejo de nematóides”, que aconteceu no dia 17 de agosto, das 14h30 às 16h. Ele falou sobre estratégias de manejo dos sistemas de produção que podem afetar as populações de nematoides no algodoeiro. Saiba mais: Quais formas de convívio e manejo de nematoides fitoparasitas?

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Júlio Salton, por sua vez, palestrou no painel “Intensificação e integração em sistemas de produção de algodão”, que aconteceu em 17 de agosto, das 16h45 às 18h15. ele falou sobre diversificação sustentável: sinergia na produção de fibra, grãos e carne. Saiba mais: Integração de sistemas agrícolas é o caminho para aumentar a produtividade nas lavouras.

Fonte: Embrapa

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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