Agronegócio

Curso ensina produtores de Alto Alegre a produzir farinha de melhor qualida

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No último dia 21, a Embrapa Cocais realizou um treinamento para produtores de farinha no Povoado Matinha, em Alto Alegre do Maranhão-MA. O objetivo foi ensinar técnicas de fabricação de farinha e boas práticas de higiene no processamento e produção e na manipulação do alimento. O evento teve como público-alvo técnicos e produtores rurais do município e de povoados próximos e foi realizado em parceria com a Secretaria Municipal de Agricultura do município e Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural – AGERP, Regional de Codó.

O pesquisador José de Ribamar Costa Veloso, da Embrapa Cocais, conduziu o processo de aprendizagem.  “Esses treinamentos são muito importantes, pois nos permite ensinar técnicas que fazem grande diferença na produção e qualidade da macaxeira e da farinha. Com isso, agrega-se valor ao produto e renda aos produtores do estado”, explica Veloso.

“O melhoramento da qualidade da farinha é essencial para que uma produção atenda mercados consumidores variados. Os produtores ficaram bastante satisfeitos com os conhecimentos adquiridos, pois perceberam que serão essenciais para alavancar a produtividade e a sua qualidade da sua produção”, diz Wildegard Lima, técnico da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural – Agerp.

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Para o engenheiro agronômo Francisco Alves Soares, da Agerp, o curso de melhoramento da qualidade da farinha foi exitoso e de fato capacita o produtor para agregar qualidade e valor ao seu produto. “Foram ministradas orientações de higiene e manuseio da massa de mandioca para produzir uma farinha com textura e sabor, ou seja, um produto diferenciado para conquistar mercado e gerar emprego e renda para família”.

Fonte: Embrapa

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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