Agronegócio

Embrapa participa da 17ª ExpoJuruá

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O tradicional evento da segunda maior cidade do estado do Acre, a ExpoJuruá, acontece entre os dias 1° e 4 de setembro, em Cruzeiro do Sul. Shows, rodeios, cavalgada, prova de laço, luta de MMA e exposição de estandes estão entre a programação que acontecerá no Estádio Arena do Juruá. 

A Embrapa participará com apresentação de tecnologias em seu estande institucional, onde o público poderá conhecer as variedades híbridas do café Robustas Amazônicos, de mandioca para a região, além das cultivares de amendoim forrageiro desenvolvidas na Embrapa Acre, a BRS Oquira e BRS Mandobi. 

Eventos técnicos

A feira contará também com uma programação de capacitações para produtores e extensionistas. No dia 1º e 2 de setembro, acontece o seminário “Robustas Amazônicos: experiências e aprendizados no Vale do Juruá”. Na quinta-feira (1º), serão realizadas palestras com a participação do analista da Embrapa Acre, Daniel Moreira Lambertucci, e do analista da Embrapa Rondônia, João Maria Diocleciano. Eles ministram as palestras “Implantação e formação da lavoura”,  “Boas práticas de colheita e pós-colheita” e “Aspectos da cafeicultura acreana e cultivares de Coffea Canephora indicadas para o Acre”.

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Na sexta-feira(2), acontecerá uma visita a campo na propriedade do agricultor João Leite para os participantes conhecerem uma área de plantação de café, organizada pela Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio (Sepa).

Já para os pecuaristas, a programação conta com palestras com participação da Embrapa. O chefe-geral Bruno Pena ministra a palestra “Melhoramento Genético em Propriedades Leiteiras” e o pesquisador Maikel Sales aborda o tema “Manejo alimentar de Vacas Leiteiras”.

 

Fonte: Embrapa

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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