Agronegócio

Embrapa Pecuária Sul emite nota de pesar pelo falecimento do pesquisador aposentado Alfredo Pinheiro

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A Embrapa Pecuária Sul lamenta profundamente o falecimento do pesquisador aposentado Alfredo da Cunha Pinheiro, ocorrido na quinta-feira (16/06), em Porto Alegre, onde estava hospitalizado para tratamento de saúde. Profissional com grandes contribuições para a pesquisa agropecuária brasileira, Pinheiro também era produtor rural, tinha formação em medicina veterinária e mestrado em parasitologia e doenças parasitárias, tendo atuado decisivamente para o avanço do conhecimento sobre as verminoses em ruminantes e controle do carrapato.

Pinheiro ingressou na Embrapa Pecuária Sul em 1º de setembro de 1975, e publicou mais de uma centena de trabalhos científicos até sua aposentadoria, em 28 de setembro de 2009, se tornando referência técnica e científica na área de parasitologia.

Atualmente, era presidente do Núcleo de Criadores de Terneiros de Corte de Bagé, membro da Academia Rio-grandense de Medicina Veterinária e sócio benemérito do Colégio Brasileiro de Parasitologia Veterinária. Foi diretor científico e presidente da Sociedade Bageense de Veterinária, membro da Associação Bageense de Criadores de Ovinos e presidente do Núcleo Bageense de Aberdeen Angus. Pinheiro também recebeu a medalha Assis Brasil, como reconhecimento ao combate da verminose bovina no Estado.

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O chefe-geral da Embrapa Pecuária Sul, Fernando Flores Cardoso, destacou a importância do trabalho de Pinheiro para a pesquisa agropecuária. “Pinheiro, através do seu trabalho cientifico, contribuiu para fazer uma verdadeira transformação no sistema produtivo, com o controle estratégico de endo e ectoparasitas, e também com os primeiros trabalhos para criação de novilhos precoces. Uma pessoa muito positiva, de muita iniciativa, sempre atuando, mesmo depois de aposentado, junto ao setor produtivo, dando sua contribuição técnica”, destacou.

Pinheiro era casado, teve duas filhas e dois netos.

Fonte: Embrapa

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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