Agronegócio

Embrapa promove curso sobre Meliponicultura em Manacapuru

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Com a finalidade de treinamento e atualização de conhecimento na criação e manejo das abelhas nativas sem ferrão, para estimular a profissionalização dessa atividade no interior do Amazonas, a Embrapa Amazônia Ocidental realiza mais uma edição do curso “Meliponicultura: desafios e perspectivas”. Desta vez o curso ocorre em Manacapuru nos dias 2 e 3 de junho. O curso também foi realizado nos municípios de Iranduba e Maués (AM).

O curso apresenta informações direcionadas a produtores, estudantes e técnicos do setor primário com interesse em meliponicultura, que é a criação das abelhas nativas sem ferrão. A atividade contribui para a preservação das espécies e do meio ambiente, além de geração de renda complementar aos meliponicultores.

O curso em Manacapuru integra ações do projeto coordenado pela Embrapa Amazônia Ocidental, com o título “Caracterização e valoração do mel de abelhas nativas produzido em cultivos de guaraná e camu-camu para fomentar a bioeconomia amazônica”, financiado com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). 

 O conteúdo do curso  é ministrado  pela equipe composta pela pesquisadora da Embrapa Amazônia Ocidental, Cristiane Krug; o técnico Hélio Vilas Boas, biólogo do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa); a pesquisadora do Inpa, Gislene Almeida Carvalho-Zilse; e o agrônomo Rogério Marcos de Oliveira Alves, bolsista Embrapa/Fapeam. A atividade conta com apoio da Prefeitura de Manacapuru, Sítio Mundo Azul, Inpa e Fapeam. As aulas acontecem no Sítio Mundo Azul, na rodovia AM 070, km 62, ramal Nova Esperança.

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Fonte: Embrapa

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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