Agronegócio

Embrapa recebe visita do GAPES

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A Embrapa Arroz e Feijão recebeu no dia 02 de junho representantes do Grupo Associado de Pesquisa do Sudoeste Goiano (GAPES). A comitiva esteve em visita com o objetivo de conhecer pesquisas na Embrapa Arroz e Feijão e vislumbrar oportunidades de colaboração. Durante o encontro, os membros do GAPES conversaram com o corpo técnico do centro de pesquisa sobre o uso de microrganismos no controle de pragas e de doenças, assim como para melhorar o desenvolvimento de plantas de arroz, milho, soja e feijão. A Embrapa Arroz e Feijão conduz uma série de pesquisas em laboratório e em campos experimentais, principalmente, com bactérias que vivem no solo e que se associam a raízes das plantas, chamadas de rizobactérias. Nesses estudos, há evidências da atividade benéfica de microrganismos do tipo Azospirillum, Bacillus, Pseudomonas, Burkholderia e Serratia no aumento da absorção de nutrientes e na promoção de crescimento vegetal e na produtividade das lavouras. Esses trabalhos têm o potencial de gerar produtos comerciais como bioinsumos a serem aplicados nas lavouras. Complementarmente, os visitantes do GAPES ainda tiveram mais informações sobre estudos relacionados a plantas de cobertura e sistemas de produção com rotação de culturas.

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De acordo com o Chefe Geral da Embrapa Arroz e Feijão, Elcio Guimarães, a expectativa com a visita é que ambas organizações possam estreitar laços de relacionamento e colaboração. “Esperamos que possamos trabalhar para validar nossas tecnologias em propriedades agrícolas no Sudoeste Goiano”, disse Elcio. O GAPES representa produtores rurais que cultivam cerca de 220 mil hectares anuais de lavoura. Os associados atuam no estado de Goiás, nos municípios de Rio Verde, Montividiu, Caiapônia, Paraúna, Doverlândia, Iporá e Chapadão do Céu; no estado do Mato Grosso, nos municípios de Ribeirão Cascalheira e Nova Ubiratã; em Minas Gerais, no município de Unaí, e na Bahia, no município de Luiz Eduardo Magalhães. O GAPES conta com o Centro de Inovação e Tecnologia, conhecido como CIT, e também realiza pesquisas nas áreas de fertilidade e nutrição de plantas; e em proteção e manejo de lavouras.

Fonte: Embrapa

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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