Agronegócio

Embrapa Territorial lança página no LinkedIn

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A Embrapa Territorial (Campinas, SP) criou sua página no LinkedIn, rede social voltada a conexões profissionais. No espaço, serão apresentadas as linhas de pesquisa, as áreas de atuação e os trabalhos já entregues ou em andamento no centro de pesquisa. Também está prevista a divulgação de artigos e publicações técnico-científicas da equipe da instituição.

Com a presença e atuação na rede, a instituição espera ampliar o número de pessoas e instituições com acesso às soluções tecnológicas e ao conhecimento técnico-científico que gera. Ao mesmo tempo, tem a expectativa de interagir com mais profissionais das áreas relacionadas ao seu trabalho. “Queremos construir uma ponte direta com atores do setor privado e também do setor público”, diz o chefe-geral da Embrapa Territorial, Gustavo Spadotti. O gestor avalia que “a comunidade de Geotecnologia tem sido muito atuante nessa plataforma” e que “a troca de experiências nessas redes pode beneficiar também as nossas equipes”.

As diferentes formas como uma empresa ou instituição pode desenvolver projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação junto com a Embrapa Territorial também serão difundidas no LinkedIn. “Nosso objetivo é estarmos mais próximos das pessoas com quem podemos construir parcerias”, diz a analista Helena Molinari, do Núcleo de Comunicação Organizacional do centro de pesquisa. 

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Criada em 1989, a Embrapa Territorial é uma das 43 unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Em seus 33 anos de trabalho, desenvolveu grande capacidade operacional no uso de imagens de satélite e geotecnologias (sensoriamento remoto, geoprocessamento, agricultura de precisão), bases de dados numéricos e cartográficos, para análises integradas. Gera bancos de dados, produtos de mapeamento e monitoramento, estudos estratégicos e plataformas digitais geoespaciais sobre diferentes aspectos que envolvem a produção agropecuária brasileira.

Para conhecer e seguir a página da Embrapa Territorial no LinkedIn, clique aqui. 

Fonte: Embrapa

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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