Agronegócio

Livro aborda o impacto dos fertilizantes

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O pesquisador da Embrapa Solos (Rio de Janeiro – RJ), Vinicius Benites, foi o único empregado da Empresa que participou do livro “Relatório resumido dos impactos dos defensivos agrícolas e fertilizantes na saúde e maneiras de minimizá-los” (“Synthesis Report of Environmental and Health Impacts of Pesticides and Fertilizers and Ways of Minimizing Them“, título original em inglês”), publicado pela Assembleia para o Meio Ambiente das Nações Unidas (UNEA).

“Houve uma chamada pública em 2019 para profissionais que tivessem trabalhos na área, eu apresentei a Rede FertBtasil”, conta Benites. “E eu já havia participado antes, na FAO, da elaboração do código de conduta para fertilizantes.”

Na sede da UNEA, em Genebra (Suíça), houve uma série de debates com membros de 12 países. Vinicius participou do grupo que debateu fertilizantes. Depois houve um compromisso entre os participantes para escrever capítulo(s) para o livro. Vinicius participou do capítulo que versa sobre a situação dos fertilizantes no mundo.

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‘Esse debate foi antes da crise dos fertilizantes, causada pela guerra entre Rússia e Ucrânia, então a pauta estava direcionada para o uso responsável do insumo e riscos a ele relacionados. Não se falou sobre a falta de fertilizantes no mercado mundial”, relata Vinicius. “A principal preocupação dos países europeus era com a possível contaminação causada pelos fertilizantes, tanto que antes do lançamento do código de conduta para fertilizantes houve um similar sobre defensivos agrícolas”.

No debate na UNEA a preocupação de Vinicius era separar fertilizantes de defensivos. Houve uma grande preocupação em falar sobre os aspectos negativos dos fertilizantes, sem lembrar dos positivos.
“Tudo bem, existem alguns riscos relacionados ao insumo, mas fizemos questão de mencionar os impactos positivos o que, inclusive, gerou um capítulo no livro”, completa Vinicius.

Fonte: Embrapa

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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