Agronegócio

Livro simplifica licenciamento ambiental para produtores

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O livro “Diálogos para o licenciamento ambiental na produção pecuária”, lançado no dia 9 de junho, traz um conteúdo complexo de forma fácil e pedagógica para produtores rurais.  

O trabalho conta com recursos didáticos que ajudam o produtor na adequação à Lei Ambiental – são mensagens de texto, áudios e cartazes. As informações podem ser compartilhadas em diversos meios de comunicação, como WhatsApp, Telegram, Rádio, Facebook e Instagram.
Segundo um dos autores, o pesquisador da Embrapa Pecuária Sudeste, Julio Palhares, o formato potencializa a divulgação de seu conteúdo e a replicação dos materiais. “Facilitamos o acesso e o entendimento do público-alvo, produtores e técnicos, bem como intensificamos a capacidade de difusão da mensagem”, destacou Palhares.
 Além do pesquisador da Embrapa, a publicação é de autoria do professor da Universidade de São Paulo Luís Fernando Zuin e da estudante da USP Karolina Lima Sousa.
 O objetivo é levar aos produtores rurais o tema licenciamento ambiental na bovinocultura de forma simplificada, sem deixar de mostrar a importância de uma atividade mais sustentável, para que eles entendam, sensibilizem-se e coloquem em prática a lei ambiental.
 
O licenciamento ambiental é necessário para propriedades pecuárias que utilizem recursos naturais, como água e solo, porque têm atividades que são potenciais poluidoras desses recursos. A licença é emitida pelos Estados, que definem as exigências e restrições legais. “Um manejo ambiental eficaz é essencial para evitar a degradação do meio ambiente na pecuária, com ações de preservação dos recursos hídricos, do solo, da biodiversidade e o tratamento correto de resíduos gerados, além de atender as necessidades do mercado consumidor por produtos com respeito ambiental”, destaca Julio Palhares.

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O livro é uma iniciativa da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (USP).

A publicação está disponível aqui.

Fonte: Embrapa

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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