Agronegócio

Pesquisa reúne estudos sobre plantas de cobertura como alternativa de manejo sustentável

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Com o objetivo de produzir informações de apoio para estudos futuros, a Embrapa realizou a pesquisa bibliográfica “Utilização de plantas de cobertura como alternativa de manejo sustentável”, que conclui pela boa perspectiva dessa prática visando à produção sustentável, um dos focos principais da Agricultura moderna. O estudo, que servirá, ainda, para orientação dos produtores que desejem adotar esse método para conservação ambiental, teve por base pressupostos teóricos de vários autores e fontes sobre o tema.

Um dos principais desafios da agricultura moderna é produzir de forma sustentável, em ambiente ecologicamente correto, socialmente aceito e economicamente viável, para atender à demanda crescente de alimentos. Sob essa perspectiva, o Brasil se apresenta com enorme potencial para atender a essas questões, sendo o Cerrado um dos principais produtores de alimento no país. Entretanto, o uso intensivo e indiscriminado de agrotóxicos e adubação sintética, modelo recorrente na Agricultura, tem provocado graves danos ambientais aos ecossistemas e à saúde humana. Nesse ambiente, o uso adequado das plantas de cobertura constitui-se em alternativa para melhoria dos atributos físicos, químicos e biológicos do solo, aumentando a produtividade e promovendo sustentabilidade ao sistema agrícola.

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O estudo foi realizado pelos pesquisadores Anna Cristina Lanna, Enderson Ferreira, Mábio Chrisley e Adriano Nascente, da Embrapa Arroz e Feijão, junto aos doutorandos da Universidade Federal de Goiás (UFG) Laylla Frasca, Mariana Aguiar, Cássia Cristina Rezende e Denner Faria. O artigo científico foi publicado na Revista Científica Multidisciplinar (RECIMA21). Acesse mais informações acerca da pesquisa também no site da Embrapa, clicando aqui.

COLABORAÇÃO:
Rodrigo Peixoto (MTb/GO 1.077)
Embrapa Arroz e Feijão

Fonte: Embrapa

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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