Agronegócio

Produção Integrada de Mandioca é discutida por representantes da cadeia produtiva

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Na tarde desta terça-feira (27), a Câmara Setorial de Mandioca e Derivados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vai realizar, pela internet, o Seminário de Produção Integrada de Mandioca. A ideia é divulgar o sistema de produção, que é focado na adequação dos processos produtivos para a obtenção de produtos de qualidade e com níveis de resíduos de agrotóxicos e contaminantes em conformidade com o que estabelece a legislação sanitária, mediante a aplicação de Boas Práticas Agrícolas, favorecendo o uso de recursos naturais e a substituição de insumos poluentes, garantindo a sustentabilidade e a rastreabilidade da produção  agrícola na etapa primária da cadeia produtiva, que é passível de certificação.

Criada em 2006, a Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Mandioca e Derivados é composta atualmente por representantes de 31 órgãos e entidades ligados ao setor. O representante da Embrapa no fórum é Carlos Estevão Leite Cardoso, pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura (Cruz das Almas, BA), onde é supervisor do Núcleo de Ações Estratégicas. Na Câmara, ele exerce a função de consultor técnico.

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A abertura do evento fica por conta de Osvaldo Zanqueta, presidente da Câmara. Helinton José Rocha e Marcus Vinicius de Miranda Martins, técnicos da Coordenação-Geral de Sistemas Integrados de Produção Agrícola – CGSIPA do Mapa, vão falar, respectivamente, sobre a importância da Produção Integrada (PI) para as cadeias agroindustriais e sobre o estado da arte da PI Brasil.

Já o engenheiro-agrônomo Marco Antônio Sedrez Rangel, pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura à disposição da Superintendência Federal de Agricultura em Santa Catarina, vai abordar a situação atual da PI Mandioca. Em seguida, as discussões vão ser moderadas por Carlos Estevão Leite Cardoso, responsável também pela formação do grupo de trabalho para elaboração de protocolo de Produção Integrada de Mandioca.

Para participar da reunião, basta acessar https://meet.google.com/hkq-njjk-jcn

Fonte: Embrapa

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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