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Recuperação das fixações de açúcar reduz pressão vendedora e pode impulsionar preços internacio

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Produtores aceleram fixações e equilibram mercado

O setor sucroenergético do Centro-Sul inicia a safra 2026/27 em condições mais equilibradas, após avanço significativo nas fixações de açúcar por parte dos produtores. O movimento ajuda a reduzir a pressão vendedora que vinha limitando altas mais expressivas nos preços internacionais, segundo análise da StoneX, empresa global de serviços financeiros.

Defasagem histórica diminui com vendas estratégicas

Após registrar atraso de até 20 pontos percentuais nas fixações em relação ao mesmo período do ciclo anterior, os produtores aproveitaram a janela de alta observada em março para acelerar as vendas. O volume fixado saltou de 41,8% para 59,5%, reduzindo a defasagem para cerca de 10 pontos percentuais frente aos 68,7% registrados no fim de março de 2025.

Pressão de especuladores diminui e preços se fortalecem

O cenário de preços mais firmes foi impulsionado pelo acirramento dos conflitos no Oriente Médio, o que contribuiu para a redução de posições vendidas por agentes especulativos. Ao mesmo tempo, produtores que ainda estavam atrasados nas fixações aproveitaram a liquidez do mercado para avançar nas vendas.

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Oferta adicional limita alta, mas altera dinâmica

Na prática, o aumento das fixações limitou movimentos de alta mais expressivos, pois a oferta adicional compensou parte da pressão compradora. Ainda assim, a recomposição do ritmo de vendas muda a dinâmica do mercado, abrindo espaço para valorização mais consistente.

“O mercado passa a operar em uma condição mais equilibrada, com menor resistência do lado produtor a movimentos de alta”, afirma Nathalia Bruni, consultora em Gerenciamento de Riscos da StoneX.

Redução da resistência do lado produtor favorece novas altas

A defasagem nas fixações funcionava como um teto informal para os preços: eventuais movimentos de alta eram rapidamente compensados pelo aumento nas vendas, limitando a sustentação das cotações. Com a recuperação recente das fixações, esse obstáculo perde força, diminuindo a resistência do lado produtor a movimentos de alta mais sustentados.

“Se os fundamentos encontrarem um novo gatilho de valorização, a resistência do lado produtor tende a ser menor do que foi observado anteriormente”, completa Bruni.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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